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Não houve alterações nas cotações das diferentes categorias, mas o mercado do boi gordo operou em um ambiente de “queda de braço”.
A queda do faturamento com a exportação, apesar do maior volume de vendas é explicada pela menor participação do couro com maior valor agregado.
Apesar da expansão da área cultivada impulsionar a safra, secas no Centro-Sul reduziram o rendimento por hectare. A análise bromatológica mostra a competitividade do grão como alternativa ao milho.
Mapas indicam chuvas presentes em todas as regiões do país, porém com anomalias negativas predominando.
O contrato para vencimento em fevereiro de 2026, por exemplo, subiu de 4.218 posições em aberto em, 26 de dezembro, para 8.701 em 8 de janeiro.
A medida adotada pelos países, que taxa o excedente de volume de carne bovina, exigirá do Brasil negociação com muito jogo de cintura.
Entre progresso, desinformação e consumo excessivo, um convite à razão, à verdade e ao cuidado com o planeta.
O setor, apesar de apresentar ritmo aquém do esperado em 2025, ganhou tração no final do ano e tem boa perspectiva para 2026.
A semana começou com poucos negócios. Ainda assim, os frigoríficos que abriram compras observaram um aumento na oferta em relação ao final do ano, o que deu espaço para ofertas de compra abaixo da referência para o boi gordo.
Medida antecipa anúncio previsto para o final de janeiro, fixa cotas por país e aplica tarifa extra sobre volumes excedentes até 2028.
Se segunda-feira tipicamente já é um dia moroso no mercado do boi gordo, esta está ainda mais, por conta do final do ano. Uma parte da indústria está em férias coletivas, a outra está fora das compras e os que estão efetivamente adquirindo boiadas, estão em um ritmo bem lento, quase sem negócios nesta manhã.
Se segunda-feira tipicamente já é um dia moroso no mercado do boi gordo, esta estava ainda mais, por conta do final do ano.
Preços do sebo recuam pela segunda semana consecutiva, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Previsão indica chuvas volumosas e acima da média no Norte, Centro-Oeste e Sul, em contraste com cenário mais seco no Nordeste e volumes abaixo da média no Sudeste.
Se juntarmos a análise fundamentalista e a análise técnica, teremos a possibilidade de obter um resultado melhor.
O contrato para vencimento em dezembro apresentou, em 12/12, 18.286 posições em aberto na B3, acumulando a terceira semana consecutiva de queda.
O mercado abre a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permanecem estáveis na comparação diária. A baixa se explica por escalas de abate mais confortáveis em parte dos frigoríficos. No entanto, o movimento não sinaliza uma tendência de baixa, mas um ajuste pontual.
O mercado abriu a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
Uma década de dedicação a contar a trajetória da agropecuária brasileira, combater a desinformação e ajudar o produtor a produzir mais e melhor.
O aumento da quantidade exportada não impediu a queda no faturamento, que esteve pressionado pelo excesso de oferta, cenário pode mudar em 2026 com a expectativa de redução do abate.
O mapa semanal indica chuvas concentradas no Norte do país, avanço gradual no Matopiba e déficits no Sudeste e Sul do país.
O número de contratos em aberto segue abaixo de 40,0 mil em dezembro, ainda distante do que foi observado nos meses anteriores.
Mais do que nunca, é hora de olhar para a curva com olhos de gestor e não apenas de produtor.
Previsões reforçam o comportamento heterogêneo das chuvas, especialmente entre o Sul e o Centro-Norte do país.
No início de dezembro (4/12), o número de contratos em aberto no mercado futuro do boi gordo na B3 caiu para abaixo de 40,0 mil posições, refletindo o encerramento dos negócios de novembro e a redução no volume de contratos abertos para o vencimento de dezembro de 2025.
Ao longo da primeira semana de dezembro, o mercado registrou altas de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”.
Ao longo da primeira semana de dezembro, o mercado registrou altas de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”. Para a vaca e a novilha, a cotação não mudou.
Atraso da semeadura da soja em Goiás, Minas Gerais e Maranhão tem gerado preocupação quanto à janela de semeadura do milho safrinha.
Entrevista com o economista, Sérgio Rangel Fernandes Figueira
AgroMais
Oferta menor e exportações firmes impulsionam o preço do boi gordo em fevereiro
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