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Na comparação feita semana a semana, a cotação caiu, apenas a cotação do bezerro de desmama subiu. A cotação da vaca magra ficou estável.
Perspectivas para a padronização feita pelo MAPA.
Pecuária enfrenta trimestre difícil com desafios internacionais, mas expectativa é de retomada e recorde no fim do ano.
Exportações à União Europeia e disputa entre indústria frigorífica e farmacêutica entram de vez no radar do produtor brasileiro.
Muitos produtores se preocupam com a chegada do El Niño, mas há meios de se preparar para esse momento.
O mercado de boi gordo brasileiro atravessa um momento de transição, marcado por uma verdadeira queda de braço entre frigoríficos tentando reduzir preços e pecuaristas resistindo para manter a cotação da arroba estável.
O mercado futuro do boi gordo voltou a ficar mais procurado no final de junho, com as posições em aberto na B3 em recuperação.
Na comparação anual, o abate de novilhas aumentou 6,0%, com 1,7 milhão de cabeças.
A cotação não mudou. Há frigoríficos está fora das compras, pois se abasteceram para a semana e aguardam os resultados das vendas de carne bovina para se reposicionar.
Em São Paulo, as cotações permaneceram estáveis, com frigoríficos fora das compras após se abastecerem para a semana e oferta de boiadas ajustada à demanda.
No mercado de sebo, a demanda para produção de biodiesel arrefece com a redução da paridade de preços frente ao óleo de soja. Para o couro, apesar da maior oferta sazonal, a exportação e os custos logísticos sustentam a estabilidade.
Produção, em mil toneladas de equivalente carcaça, e participação da exportação na produção, nos primeiros trimestres de 1997 a 2026.
No mercado do sebo, a demanda por biodiesel e as exportações para os Estados Unidos sustentam os preços, enquanto que para o couro, a maior oferta sazonal deve ser equilibrada pelos custos logísticos e pelo bom ritmo das exportações.
A demanda internacional pela carne bovina brasileira segue aquecida, com destaque para as compras da China. O movimento ganhou força diante das incertezas sobre as cotas de importação chinesas.
O mercado abriu com queda de R$3,00/@ do boi gordo, do “boi China” e da novilha. A cotação da vaca não mudou em relação a ontem (19/5).
Oferta confortável e demanda lenta pressionaram o mercado.
Para o sebo, a demanda está aquecida no mercado interno e houve aumento nos volumes exportados, sustentando os preços. Para o couro, as exportações em bom ritmo mantêm sustentação no mercado.
O volume exportado cresceu 11,7% no primeiro quadrimestre de 2026 ante igual período de 2025, mas a receita subiu apenas 1,7% em razão da pressão sobre os preços internacionais.
Para o sebo, a demanda aquecida pelas indústrias de biodiesel e a expectativa de anúncio do aumento do B16 geram a expectativa de alta. Para o couro, a estabilidade deriva de uma menor oferta de peles no quadrimestre.
Alta pontual nos preços reflete antecipação de compras, enquanto oferta ainda limita recuperação mais consistente.
Procura por sebo para produção de biodiesel são mais atrativas do que o óleo de soja no momento. Para o couro, a estabilidade deriva de uma menor oferta de peles no quadrimestre.
O zootecnista e consultor de mercado da Scot Consultoria analisa o cenário para o mercado internacional.
Para o sebo, a demanda interna está aquecida e há maior atratividade frente ao óleo de soja. Para o couro, o cenário é de estabilidade no momento.
Queda nos preços internos persiste diante da demanda fraca, apesar do bom desempenho no mercado externo.
Oferta elevada e demanda enfraquecida mantêm o mercado pressionado.
Demanda aquecida pela proteína impulsiona os preços no atacado, enquanto as exportações registram recorde no trimestre.
No primeiro trimestre de 2026, o Brasil manteve o bom desempenho nas exportações de carne bovina, com crescimento em relação ao ano passado.
Momento de novas oportunidades e espera.
A estimativa de que a produção diminuiu 3,8% no primeiro trimestre, com um aumento de 17,4% da exportação levaram a uma disponibilidade interna 15,7% menor no primeiro trimestre.
O desempenho recorde nos embarques não se reflete em maior faturamento. A resposta está naquilo que o Brasil deixou de vender.
Entrevista com o pesquisador,Carlos Roberto Sanquetta
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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