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Cautela da indústria e escalas alongadas reduzem ritmo das negociações.
O mercado iniciou esta terça-feira com poucos negócios. Uma parcela relevante dos frigoríficos está fora das compras, avaliando como irá se posicionar no mercado.
Ampla oferta mundial e nacional, além da pressão sazonal por conta do período de colheita, contribuiu para o cenário.
Com a colheita da primeira safra e a proximidade da safrinha, o espaço para alta no curto prazo segue limitado, enquanto, no segundo semestre, eventuais perdas climáticas podem dar maior sustentação à
Volumes de chuva podem seguir elevados no Norte e na faixa litorânea do Nordeste, enquanto o Centro-Oeste, Sudeste e parte do Sul avançarão para um cenário mais seco, típico do outono.
Entre restrições de oferta, desafios na cria e demanda global crescente, líderes da cadeia veem um mercado mais valorizado, mas que exige coordenação e confiança.
Ampla oferta mundial e nacional, além da pressão sazonal por conta do período de colheita, contribuíram para o cenário.
Com embarques firmes, abril pode se consolidar como o melhor da história em volume exportado, caso o ritmo continue.
A estratégia do Brasil para acessar novos mercados diante adversidades possíveis em outras nações e a posição da ABIEC na divulgação da carne brasileira e na negociação com países na mira.
Escalas curtas e expectativa de melhora no consumo sustentaram o mercado, com negócios pontuais acima da referência.
Correção do solo, adubação e manejo podem elevar a produção por hectare, melhorar o uso da terra e acelerar o retorno do investimento.
José Leandro detalha o Sistema Pontal, a estratégia de produção orientada por eficiência e como a padronização sustenta a entrega de carne de alta performance ao mercado.
Entre os dias 7 e 10 de abril, Ribeirão Preto e Barretos recebem o evento que conecta informação, tecnologia e as principais tendências do mercado pecuário.
Corte na CFEM pode ampliar a produção do insumo, reduzir custos e incentivar a adoção, principalmente entre pequenos produtores.
A integração de dados ambientais, territoriais e de movimentação animal redefine a forma como o mercado avalia a origem do gado e os riscos associados à sua comercialização.
Avanços na produção in vitro de embriões, programação fetal e retenção de fêmeas impactam a oferta de bezerros e a produtividade do rebanho.
Oferta suficiente de suínos garante abates programados, enquanto o consumo moderado limita avanços nos preços.
Enquanto o preço do frango caiu 2,9% no atacado na semana, as cotações nas granjas permaneceram estáveis, em um cenário de vendas lentas, custos elevados e pressão sobre as margens do setor.
Lições do sistema de produção de carne nos EUA que podem tornar as vantagens brasileiras mais efetivas diante o mercado global.
Na comparação feita dia a dia, as cotações não mudaram. Contudo, a dinâmica do mercado mudou. A falta de previsão fez com que o volume de negócios diminuísse.
A cautela dos compradores diante das incertezas no mercado internacional diminuiu o volume de negócios e aumentou a especulação.
Com maior capital investido e um ambiente de preços mais volátil, o uso de ferramentas de hedge passa a integrar a estratégia econômica das fazendas.
A agropecuária brasileira dispõe de diversas opções para aumentar o carbono orgânico no solo, muitas delas de fácil adoção e altamente benéficas do ponto de vista produtivo.
Volumes elevados predominarão no Norte e avançarão pelo Nordeste, enquanto o Sul manterá chuvas mais moderadas.
Os dados do Circuito Cria, levantamento técnico de campo realizado pela Scot Consultoria, mostram que manejo, nutrição e planejamento reprodutivo são os pilares que diferenciam os sistemas mais competitivos na fase de cria.
Mesmo com menos dias úteis, fevereiro já supera o volume total do mesmo mês em 2025, com forte avanço no ritmo diário de embarques e no preço médio da tonelada.
O mercado está firme, sustentado pela oferta enxuta. A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$3,00/@. Para a vaca e a novilha, a cotação não mudou.
O mercado esteve firme, sustentado pela oferta enxuta. A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$3,00/@.
Estudos conduzidos na Esalq/USP mostram ganhos consistentes em desempenho e eficiência alimentar com inclusão de DDG/DDGS e WDG/WDGS, reforçando o papel estratégico desses coprodutos no avanço da terminação e da recria no Brasil.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, Felipe Bortolotto
Canal do Boi
Mercado do boi gordo pressionado e em alerta quanto as influências do clima nas pastagens
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