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O “miolo” do primeiro semestre tende a perder força em abril/maio com frequência bem alta, enquanto março costuma ser o melhor ponto.
O mercado esteve firme, com a oferta enxuta. A cotação do boi gordo subiu R$1,00/@, registrando o terceiro dia consecutivo de alta. Para as demais categorias, o preço não mudou.
Os coprodutos úmidos da indústria de etanol de milho avançam nos confinamentos, enquanto a armazenagem e a conservação se consolidam como desafios centrais para a segurança nutricional.
Até a quarta semana de janeiro, o Brasil exportou 183,8 mil toneladas de carne bovina, consolidando janeiro de 2026 como o melhor da série histórica.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia.
As clostridioses estão entre as principais causas de morte de bovinos, e a vacinação é fundamental para reduzir essas perdas.
Apesar do menor ritmo nas vendas de carne, típico da última semana do mês, com os produtores retendo a boiada e buscando realizar melhores negócios, as ofertas diminuíram, permitindo alta na cotação, com exceção da cotação da vaca, que seguiu estável.
Garantir esse ágio agora é monetizar a eficiência do mercado futuro antes que a convergência natural dos preços feche essa janela de oportunidade.
O mercado do boi gordo iniciou a semana com preços estáveis na praça paulista. O ritmo das negociações foi mais lento, refletindo a cautela dos frigoríficos, que aguardavam os resultados das vendas do fim de semana.
A produção brasileira de soja deverá ser recorde na safra 2025/26, cuja estimativa é de 179,0 milhões de toneladas, aumento de 4,5% em relação ao ciclo anterior. Em comparação a 2015, a produção cresceu cerca de 87,0%, e a área semeada, 48,6%, evidenciando o expressivo ganho de produtividade e eficiência ao longo dos anos.
O comportamento das chuvas no auge do crescimento vegetativo define o potencial produtivo dos canaviais do Centro-Sul.
As negociações iniciaram esta terça-feira em linha com o observado ontem, com negócios ocorrendo em ritmo lento e compassado.
As negociações iniciaram esta terça-feira em linha com o observado no dia anterior, com negócios ocorrendo em ritmo lento e compassado. A menor oferta de boiadas continuou, e não houve informações de concessões dos vendedores em negociações abaixo das referências.
Em São Paulo, nesta semana, para os machos houve queda na categoria mais pesada, enquanto para as fêmeas a queda foi na categoria mais leve.
Com o final do mês se aproximando, as vendas perderam fôlego, mas as cotações, em parte dos segmentos, apresentaram ajustes positivos.
Mercado segue pressionado em janeiro, com vendas fracas e preços em queda no atacado e nas granjas.
Vendas retraídas mantêm o mercado pressionado.
Vendas fracas elevam estoques e voltam a pressionar o mercado.
Estabilidade de preços para o sebo, com a demanda pelo produto como matéria-prima para o biodiesel em ritmo lento. O couro bovino também permaneceu estável, mesmo com exportações aquecidas.
Avanço da colheita no Brasil, revisão altista de oferta pelo USDA e estoques elevados no mercado global pressionam os preços e limitam espaço para valorização no primeiro semestre.
Oferta global recorde e estoques elevados estão pressionando os preços, mas a entressafra doméstica pode sustentar os preços no primeiro semestre.
As referências de preço continuam as mesmas que estavam vigentes na sexta-feira para todas as categorias, entretanto, houve negócios na sexta-feira à tarde e hoje acima das referências, notadamente na casa dos R$325,00/@ para o “boi China”, mas foram poucos.
As referências de preço continuaram as mesmas que estavam vigentes na sexta-feira para todas as categorias, entretanto, houve negócios na sexta-feira à tarde e hoje acima das referências, notadamente na casa dos R$325,00/@ para o “boi China”, mas foram poucos.
Distribuição das chuvas segue desigual no fim de janeiro, com destaque para volumes mais elevados no Centro-Norte e restrição hídrica no Sul.
Nesta semana, quem precisou comprar teve que pagar preços mais altos do que os registrados na última semana para seis das oito categorias monitoradas.
Mesmo no fim de janeiro, pastagens em boas condições e bom escoamento interno e externo sustentam o mercado.
A semana terminou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia.
Estes fundos passaram por uma primeira crise em 2024, mas podem ser uma alternativa importante para o financiamento do agronegócio.
Entrevista com o pesquisador,Carlos Roberto Sanquetta
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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