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A ave terminada segue vendida por R$2,40/kg nas granjas de São Paulo.
Dólar impulsiona cotações mesmo com queda nos preços internacionais, segundo o Imea.
Assim, a estratégia da maioria das indústrias tem sido reduzir as escalas e pular dias de abates.
Foi emocionante assistir às manifestações deste domingo Brasil afora.
Matéria publicada no Agro Olhar que aborda o mercado do algodão e utiliza dados da Scot Consultoria.
Preço do frango nas granjas segue estável, mas a demanda está lenta na ponta final da cadeia.
Esta tem sido uma das estratégias para controlar os estoques e regular as cotações da carne.
Mesmo com o preço do frango vivo estável na semana, relação de troca recua no período.
Nestes tempos dramáticos de crise hídrica, é normal que se procurem os responsáveis pela desgraça.
Aceleração dos trabalhos de campo na última semana não foi suficiente, de acordo com o IMEA.
Paralização dos caminhoneiros já gera consequências no mercado de suínos.
Cotações da carne suína têm começado a se recuperar em função da valorização do animal vivo.
Dólar e perspectivas para a nova safra americana também influenciaram cotações na última semana.
Segundo a EMATER, a saca de 50 quilos está cotada, em média, em R$36,79 no Rio Grande do Sul.
Preço do suíno nas granjas paulistas registra primeira alta no ano.
A soja teve valorização no mercado brasileiro na semana passada.
Nas granjas paulistas preço do frango vivo teve alta na semana.
Economia russa é apontada como um fator determinante do resultado.
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