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O fósforo é essencial para as plantas, e a deficiência deste macronutriente provoca um menor desenvolvimento das raízes, tornando-as menos tolerantes a secas.
Acordo comercial, habilitação de laticínios para exportação para a China e abertura de novos mercados animaram a cadeia leiteira em 2019.
No atacado, com a desaceleração nas vendas os preços cederam no período. A carcaça passou de R$4,20 por quilo, para os atuais R$4,10 por quilo.
Caso o ritmo das exportações continue, serão embarcadas 67,6 mil toneladas de carne in natura em outubro, recorde para o ano.
Retire-se do “modo avião” ou do “automático”. Reconheça que existem possibilidades de fazermos aquilo que já fazemos de uma forma melhor.
No atacado, com os compradores mais cautelosos em seus pedidos, visando não acumular estoques e, considerando que o consumo já desacelerou, os preços recuaram nos últimos sete dias.
O mercado externo deve seguir com a demanda aquecida e também existe a projeção de aumento no consumo no mercado doméstico com a proximidade do final do ano.
A carcaça teve alta de 1,9% nos preços na última semana sendo negociada atualmente, em média, em R$4,23 por quilo.
O consumo andando de lado e a oferta regulada à demanda mantiveram por mais uma semana os preços do frango estáveis. Nas granjas paulistas o animal terminado segue cotado, em média, em R$3,30 por quil
Durante setembro, foram exportadas 49,8 mil toneladas de carne suína in natura, alta de 13,2% em relação a agosto último e 3,5% em relação ao mesmo período de 2018.
Estabilidade na granja e queda no atacado.
A oferta diminuiu frente a uma demanda melhor. As exportações também colaboraram para o cenário de firmeza.
Nesta semana, no dia 17 de setembro, foi detectado o primeiro surto de Peste Suína Africana na Coreia do Sul, demonstrando a dificuldade de contenção do vírus no continente.
Os compradores estão realizando seus pedidos de forma compassada, a fim de não acumular estoque neste momento em que a demanda começa a diminuir.
No atacado houve queda de 2,4% nos últimos sete dias. A carcaça está sendo comercializada, em média, por R$4,15 por quilo.
A China habilitou 25 novas plantas brasileiras para exportação de carne. Dentre elas, um frigorífico de suíno foi habilitado.
Nas granjas, as cotações estão estáveis há mais de cinquenta dias.
O início de setembro não trouxe o ânimo que o mercado esperava. Nas granjas paulistas o animal terminado segue com preços estáveis cotado, em média, em R$83,00 por arroba.
No atacado, com a expectativa de melhora nas vendas, os preços tiveram alta nos últimos dias. A cotação da carcaça passou de R$3,95 por quilo para os atuais R$4,03 por quilo.
Para o curto prazo, a expectativa é de melhoria da demanda interna, com a virada do mês e pagamento dos salários.
O Agronegócio legal, sustentável, que respeita o meio ambiente, não pode pagar por atos inconsequentes em terras sem lei
Se os embarques continuarem nesse ritmo, em agosto será exportado 46,3 mil toneladas de carne suína in natura, 22,7% menos que julho último.
A sociedade se beneficia ao ter um produto de altíssimo valor alimentar, produzido a partir de capim, mesmo em áreas não aptas à agricultura, garantindo a segurança alimentar e, de quebra, que traz pr
Na primeira quinzena de agosto, a média diária exportada foi de 16,9 mil toneladas de carne de frango in natura, volume 9,1% acima da média de julho último e 5,8% maior que agosto de 2018.
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Essa desaceleração no mercado está associada à menor procura atual por parte das indústrias exportadoras, que ampliaram fortemente suas compras em função dos casos de Peste Suína Africana na Ásia.
No fechamento de julho, as cotações na granja apresentaram queda de 3,9% na comparação mensal. O recuo mensal foi o segundo registrado em 2019.
O período do mês não favorece as vendas no mercado doméstico, junto a isso, o volume embarcado também diminuiu o ritmo em julho.
No atacado, a carne de frango teve queda de 6,3% nos preços nos últimos sete dias, com a carcaça cotada, em média, em R$4,20 por quilo.
Nas granjas paulistas, o preço do animal terminado saiu da casa dos três dígitos e está cotado, em média, em R$92,50 por arroba, recuo de 7,5% nos últimos sete dias.
Entrevista com o médico-veterinário, Sérgio Soriano
AgroMais
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