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Expectativa de incremento nas vendas no curto prazo.
Esse cenário é reflexo de uma oferta ajustada, junto a uma demanda aquecida, tanto interna como externa.
Confira os principais dados sobre a produção de etanol a partir do milho e seu potencial de crescimento.
Em São Paulo, a carcaça está sendo comercializada, em média, por R$5,23 por quilo, alta de 6,7% nos últimos sete dias. Desde o início do mês a valorização foi de 21,1%.
O mercado de suínos está bastante demandado, seja pela boa demanda interna, em decorrência da proximidade de final de ano, no qual os cortes dessa proteína são bastante procurados, ou pelas exportaçõe
Apesar do cenário de alta no mercado atacadista, os preços na granja se mantiveram estáveis nesta semana. A ave terminada segue cotada, em média, em R$3,20 por quilo.
Atualmente, a carcaça tem sido comercializada, em média, por R$5,10 por quilo, alta de 9,2% em sete dias. Desde o início do mês a valorização foi de 18,1%.
Outro fator de ânimo ao mercado foi a habilitação de novas plantas frigoríficas no início desta semana para exportação de carne para a China.
Nas granjas, os preços cederam 1,5% no período. A ave terminada está cotada, em média, em R$3,25 por quilo.
O início de novembro trouxe mais firmeza ao mercado. Tanto na granja, como no atacado, os preços subiram na última semana.
O início do mês trouxe otimismo para o mercado de frango, com expectativa de aumento da demanda no mercado interno.
O fósforo é essencial para as plantas, e a deficiência deste macronutriente provoca um menor desenvolvimento das raízes, tornando-as menos tolerantes a secas.
Acordo comercial, habilitação de laticínios para exportação para a China e abertura de novos mercados animaram a cadeia leiteira em 2019.
No atacado, com a desaceleração nas vendas os preços cederam no período. A carcaça passou de R$4,20 por quilo, para os atuais R$4,10 por quilo.
Caso o ritmo das exportações continue, serão embarcadas 67,6 mil toneladas de carne in natura em outubro, recorde para o ano.
Retire-se do “modo avião” ou do “automático”. Reconheça que existem possibilidades de fazermos aquilo que já fazemos de uma forma melhor.
No atacado, com os compradores mais cautelosos em seus pedidos, visando não acumular estoques e, considerando que o consumo já desacelerou, os preços recuaram nos últimos sete dias.
O mercado externo deve seguir com a demanda aquecida e também existe a projeção de aumento no consumo no mercado doméstico com a proximidade do final do ano.
A carcaça teve alta de 1,9% nos preços na última semana sendo negociada atualmente, em média, em R$4,23 por quilo.
O consumo andando de lado e a oferta regulada à demanda mantiveram por mais uma semana os preços do frango estáveis. Nas granjas paulistas o animal terminado segue cotado, em média, em R$3,30 por quil
Durante setembro, foram exportadas 49,8 mil toneladas de carne suína in natura, alta de 13,2% em relação a agosto último e 3,5% em relação ao mesmo período de 2018.
Estabilidade na granja e queda no atacado.
A oferta diminuiu frente a uma demanda melhor. As exportações também colaboraram para o cenário de firmeza.
Nesta semana, no dia 17 de setembro, foi detectado o primeiro surto de Peste Suína Africana na Coreia do Sul, demonstrando a dificuldade de contenção do vírus no continente.
Os compradores estão realizando seus pedidos de forma compassada, a fim de não acumular estoque neste momento em que a demanda começa a diminuir.
No atacado houve queda de 2,4% nos últimos sete dias. A carcaça está sendo comercializada, em média, por R$4,15 por quilo.
A China habilitou 25 novas plantas brasileiras para exportação de carne. Dentre elas, um frigorífico de suíno foi habilitado.
Nas granjas, as cotações estão estáveis há mais de cinquenta dias.
O início de setembro não trouxe o ânimo que o mercado esperava. Nas granjas paulistas o animal terminado segue com preços estáveis cotado, em média, em R$83,00 por arroba.
No atacado, com a expectativa de melhora nas vendas, os preços tiveram alta nos últimos dias. A cotação da carcaça passou de R$3,95 por quilo para os atuais R$4,03 por quilo.
Entrevista com o economista, Sérgio Rangel Fernandes Figueira
AgroMais
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