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Como é típico para uma sexta-feira, poucos negócios foram fechados. Frigoríficos com escalas mais confortáveis estavam menos ativos, atuando apenas em oportunidades pontuais, enquanto aqueles que estavam no mercado negociavam nos preços vigentes. Havia relatos de negócios acima da referência, mas ainda insuficientes para estabelecer um padrão de preços.
Como é típico para uma sexta-feira, poucos negócios foram fechados. Frigoríficos com escalas mais confortáveis estão menos ativos, atuando apenas em oportunidades pontuais, enquanto aqueles que estão no mercado negociam nos preços vigentes.
A medida adotada pelos países, que taxa o excedente de volume de carne bovina, exigirá do Brasil negociação com muito jogo de cintura.
Nesta semana, as ofertas estiveram mais abundantes, o que permitiu que alguns frigoríficos avançassem com as escalas e, com um bom escoamento de carne, os preços ficaram estáveis.
A quarta-feira começa com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atende à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina está firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustenta as cotações.
A quarta-feira começou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atendeu à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina esteve firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustentou as cotações.
Apesar da menor necessidade de compra imediata por parte dos frigoríficos, em parte devido às programações fechadas no fim do ano passado, o mercado esteve firme.
O setor, apesar de apresentar ritmo aquém do esperado em 2025, ganhou tração no final do ano e tem boa perspectiva para 2026.
País asiático é o principal destino da proteína brasileira
A semana começou com poucos negócios. Ainda assim, os frigoríficos que abriram compras observaram um aumento na oferta em relação ao final do ano, o que deu espaço para ofertas de compra abaixo da referência para o boi gordo.
Medida antecipa anúncio previsto para o final de janeiro, fixa cotas por país e aplica tarifa extra sobre volumes excedentes até 2028.
Notícia acende alerta no Brasil.
No último dia útil do ano a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” caiu R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação feita dia a dia.
No último dia útil do ano, a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” recuou R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
Se segunda-feira tipicamente já é um dia moroso no mercado do boi gordo, esta está ainda mais, por conta do final do ano. Uma parte da indústria está em férias coletivas, a outra está fora das compras e os que estão efetivamente adquirindo boiadas, estão em um ritmo bem lento, quase sem negócios nesta manhã.
Com o consumo interno de carne bovina firme e a exportação com bom desempenho, como está a margem do frigorífico?
A sexta-feira, tipicamente marcada por maior lentidão nas negociações envolvendo gado gordo, teve seu quadro de morosidade intensificado pela comemoração do Natal.
A sexta-feira (26/12), tipicamente marcada por maior lentidão nas negociações envolvendo gado gordo, teve seu quadro de morosidade intensificado pela comemoração do Natal.
O mercado está desacelerado em função dos feriados de fim de ano, com parte das indústrias fora das compras e escalas de abate para o início de 2026. Ao mesmo tempo, as vendas de carne seguem boas e a oferta de boiada permanece reduzida.
O mercado abriu a semana com poucos negócios. A cotação está firme, com o preço de referência sendo o mesmo da última semana.
A rastreabilidade de bovinos, que começaria em 2026 no Pará, foi adiada para 31 de dezembro de 2030, trazendo alívio para o pecuarista.
Consumo enfraquecido e escalas fechadas limitam os negócios e pressionam as cotações.
Como é típico para o último dia da semana, o ritmo de negócios está lento. Esse movimento é reforçado por parte dos negociantes estar fora das compras, em função das festividades das próximas semanas.
Como é típico para o último dia da semana, o ritmo de negócios esteve lento. Esse movimento foi reforçado pelo fato de parte dos negociantes estar fora das compras, em função das festividades das semanas seguintes.
Grande parte das indústrias já está com as escalas de dezembro preenchidas, e muitas já começaram as escalas de janeiro. A média está para 13 dias. Além disso, há uma parte dos compradores em férias coletivas para manutenção.
O mercado abre a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permanecem estáveis na comparação diária. A baixa se explica por escalas de abate mais confortáveis em parte dos frigoríficos. No entanto, o movimento não sinaliza uma tendência de baixa, mas um ajuste pontual.
Entrevista com o presidente executivo da Rede ILPF,Francisco Matturro
Notícias Agrícolas
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