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Cenário de oferta ajustada, exportações resilientes e valorização da reposição sustenta expectativa de um novo ciclo de alta ao longo de 2026.
Se, na semana passada, havia negócios ocorrendo abaixo da referência, nos últimos dias isso não é mais verdade, e todos os negócios ocorrem dentro delas. Houve grande resistência da ponta vendedora, e as unidades frigoríficas tiveram que aumentar o valor das ofertas de compras para adquirirem boiadas.
Os vendedores estão retraídos, reduzindo a oferta no mercado. No entanto, o escoamento de carne ocorre em ritmo mais lento, comportamento esperado para este período do mês, o que sustenta as cotações.
Os vendedores estiveram retraídos, reduzindo a oferta no mercado. No entanto, o escoamento de carne ocorreu em ritmo mais lento, comportamento esperado para o período do mês, o que sustentou as cotações.
Com autonomia em relação à China continental, Hong Kong poderá ser uma alternativa para a exportação e mitigar os impactos da salvaguarda chinesa.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos. Com o consumo mais fraco, as indústrias voltadas ao mercado doméstico negociam com mais cautela.
Estoques altos no fim de 2025 mantêm pressão sobre os preços, apesar das exportações recordes.
A semana começou em ritmo lento, com pouca oferta e poucos negócios realizados, mantendo a cotação sem alteração.
Para os machos, alta apenas para o bezerro desmama e queda nas demais categorias, para fêmeas o inverso, com alta na vaca magra e queda para as outras categorias.
Os contratos, para vencimento em fevereiro de 2026, subiram de 8.701 posições em aberto para 11.523, do dia 8 ao dia 15 de janeiro.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços atuais, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios é lento, típico do fechamento da semana.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços vigentes, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios foi lento, típico do fechamento da semana.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@. Entretanto, eles não têm volume o bastante para formar a referência.
Após o recorde de exportação em 2025, o começo de 2026 está marcado por medidas protecionistas de parceiros do Brasil que poderão mudar esse quadro.
Não houve alterações nas cotações das diferentes categorias hoje, mas o mercado do boi gordo opera em um ambiente de “queda de braço”.
O mercado abriu com baixo volume de negócios.
Como previsto, a segunda-feira começou com manutenção do cenário observado no fechamento da semana anterior.
O contrato para vencimento em fevereiro de 2026, por exemplo, subiu de 4.218 posições em aberto em, 26 de dezembro, para 8.701 em 8 de janeiro.
China e México anunciam cotas e tarifas, e a UE avança no acordo com o Mercosul. Veja os impactos para o mercado da carne bovina.
Como é típico para uma sexta-feira, poucos negócios foram fechados. Frigoríficos com escalas mais confortáveis estão menos ativos, atuando apenas em oportunidades pontuais, enquanto aqueles que estão no mercado negociam nos preços vigentes.
Quem toma decisão na emoção, geralmente tende a fazer negócios ruins!
A medida adotada pelos países, que taxa o excedente de volume de carne bovina, exigirá do Brasil negociação com muito jogo de cintura.
Brasil é um dos principais fornecedores.
Nesta semana, as ofertas estiveram mais abundantes, o que permitiu que alguns frigoríficos avançassem com as escalas e, com um bom escoamento de carne, os preços ficaram estáveis.
A quarta-feira começa com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atende à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina está firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustenta as cotações.
A quarta-feira começou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atendeu à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina esteve firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustentou as cotações.
Entrevista com o médico-veterinário, Sérgio Soriano
AgroMais
Boi gordo encerra maio com mercado dando sinais de sustentação
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