“Mercado paulista abriu com queda nas cotações do boi gordo e da vaca, pressionado por compradores com escalas mais confortáveis e ofertas de compra menores”.
Foto por: Scot Consultoria
O mercado abriu com queda de R$2,00/@ do boi gordo e de R$1,00/@ da vaca. A cotação do “boi China” e a da novilha não mudou em relação a ontem. O mercado estava morno, com pecuaristas resistentes a negociar diante das ofertas de compra deprimidas e os compradores, com escalas melhores, oferecendo menos. A pressão resultou em queda nas cotações.
As escalas de abate estavam, em média, para dez dias.
A oferta de bovinos estava enxuta no estado e o mercado, lento. Parte dos frigoríficos estava com escalas alongadas e menor necessidade de compra imediata, o que havia reduzido as ofertas de compra. Esse contexto resultou em queda nas cotações nas diferentes regiões do estado.
Na região de Dourados, a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@. A cotação da vaca e a da novilha não mudou em comparação a ontem.
As escalas de abate estavam, em média, para sete dias.
Na região de Campo Grande, a cotação de todas as categorias caiu R$3,00/@.
As escalas de abate estavam, em média, para nove dias.
Na região de Três Lagoas, a cotação do boi gordo caiu R$4,00/@. A cotação da vaca e a da novilha não mudou.
As escalas de abate estavam, em média, para nove dias.
A cotação da arroba do “boi China” caiu R$2,00/@.
Até a quarta semana de abril, o volume exportado foi de 216,3 mil toneladas, com uma média diária de 13,5 mil toneladas, aumento de 11,9% frente ao embarcado por dia no mesmo período de 2025. A cotação média da tonelada ficou em US$6,2 mil, alta de 23,2% na comparação feita ano a ano.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 28/4/2025.
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