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Na segunda semana de março os preços retrocederam 3,2%, com a carcaça sendo negociada, em média, em R$4,50 por quilo. As vendas estão perdendo o ritmo e isso já se refletiu nas cotações
Nos últimos sete dias, a desvalorização no atacado foi de 3,6%, com a carcaça sendo negociada, em média, em R$4,05 o quilo.
Nos últimos sete dias, a desvalorização no preço da carcaça de frango no atacado foi de 15,0%, ou R$0,75 por quilo, com o produto sendo negociado, em média, em R$4,25 o quilo.
A carcaça tem sido negociada, em média, em R$4,70 por quilo, uma queda de 8,7% em sete dias. Nas granjas paulistas, os preços permaneceram estáveis e a ave terminada segue cotada, em média, em R$3,20
Sob o argumento da dificuldade no escoamento da produção e consequentemente queda nos preços da carcaça bovina, os compradores abriram as ofertas de compra abaixo da referência de mercado.
Expectativa de incremento nas vendas no curto prazo.
Em São Paulo, a carcaça está sendo comercializada, em média, por R$5,23 por quilo, alta de 6,7% nos últimos sete dias. Desde o início do mês a valorização foi de 21,1%.
Atualmente, a carcaça tem sido comercializada, em média, por R$5,10 por quilo, alta de 9,2% em sete dias. Desde o início do mês a valorização foi de 18,1%.
No atacado, com a desaceleração nas vendas os preços cederam no período. A carcaça passou de R$4,20 por quilo, para os atuais R$4,10 por quilo.
A carcaça teve alta de 1,9% nos preços na última semana sendo negociada atualmente, em média, em R$4,23 por quilo.
No atacado houve queda de 2,4% nos últimos sete dias. A carcaça está sendo comercializada, em média, por R$4,15 por quilo.
Nas granjas, as cotações estão estáveis há mais de cinquenta dias.
No atacado, com a expectativa de melhora nas vendas, os preços tiveram alta nos últimos dias. A cotação da carcaça passou de R$3,95 por quilo para os atuais R$4,03 por quilo.
Ao longo da semana, o mercado do boi gordo ganhou força com a evolução do cenário de entressafra e melhora do escoamento da produção.
No atacado, a carne de frango teve queda de 6,3% nos preços nos últimos sete dias, com a carcaça cotada, em média, em R$4,20 por quilo.
A alta acumulada nos últimos 12 meses na carcaça suína foi de 55,3%, enquanto a de frango foi 32,3%, o que tem deixado o consumidor sem alternativa barata para substituir a carne bovina.
A carne bovina o rebanho brasileiro são frutos das características de produção encontradas em território nacional.
No mercado atacadista, enquanto a carcaça suína valorizou 45,8%, a carcaça de frango subiu 9,2% e a bovina teve alta de 7,8%.
Acompanhando o aumento da demanda durante a primeira semana do mês e a fim de abastecer os estoques, o atacado reagiu e a carcaça de frango passou de R$4,45 para R$4,53 por quilo, valorização de 1,8%
A carcaça teve recuo de 4,5% nos últimos sete dias e fechou o mês cotada em R$4,20 por quilo.
Nos últimos sete dias o preço da carcaça teve recuo de 4,9%, ou queda de R$0,22 por quilo, estando cotada, em média, em R$4,30 por quilo.
Atualmente, as cotações na granja e no atacado estão 41,4% e 42,2% respectivamente maiores que igual período de 2018.
No atacado, o mercado perdeu sustentação e o preço da carcaça recuou 1,1% no mesmo período. O produto está cotado, em média, em R$4,55 por quilo.
Falta de padronização das carcaças produzidas no Brasil pode ser um problema para a conquista de novos mercados
A importância da união entre todos os elos da cadeia
No atacado, a carcaça teve valorização de 6,1% na semana.
A carcaça passou de R$4,40 por quilo para os atuais R$4,20 por quilo, queda de 4,5% nos últimos sete dias.
No atacado os preços recuaram 2,2% nos últimos sete dias, com a carcaça cotada, em média, em R$3,98/kg.
O rendimento de carcaça possui diversas variáveis que podem influenciar no valor final. Tendo isso em vista, o pecuarista deve procurar minimizar ao máximo esses fatores.
No atacado, em igual comparação, o recuo foi de 10,0%, com a carcaça cotada, em média, em R$5,40 por quilo. Desde o início do mês, a desvalorização neste elo da cadeia foi de 12,9%.
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