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Com oferta maior e escalas de abate mais alongadas, as cotações da vaca e da novilha caíram em São Paulo, enquanto boi gordo e “boi China” permaneceram estáveis.
A cotação não mudou em nenhuma categoria na comparação com o dia 20 de abril. Parte dos frigoríficos sinaliza aumento pontual da oferta e já consegue alongar as escalas em razão do menor número de dias de abate na semana, por causa do feriado de Tiradentes.
A estratégia do Brasil para acessar novos mercados diante adversidades possíveis em outras nações e a posição da ABIEC na divulgação da carne brasileira e na negociação com países na mira.
Oferta reduzida e procura aquecida sustenta o mercado.
Em São Paulo, a cotação do “boi China” e da novilha abriram o dia com alta de R$3,00/@, enquanto a do boi gordo e da vaca manteve estabilidade.
Precipitações são aguardadas para todas as regiões, com acumulados próximos ao padrão para o período na maior parte do país.
Mesmo com parte dos frigoríficos fora das compras, o mercado abriu a terça-feira estável em todas as categorias, para machos e fêmeas, sem negócios reportados abaixo das referências vigentes.
Chuvas bem distribuídas no Norte, Nordeste, Centro-Oeste e parte do Sudeste, enquanto Sul mantém cenário de precipitação abaixo da média e risco de déficit hídrico.
Na comparação feita dia a dia a cotação parou de subir e ficou estável. O mercado deu um tempo. O boi gordo está cotado em R$350,00/@, a vaca em R$325,00/@ e a novilha em R$335,00/@.
Na comparação feita dia a dia a cotação parou de subir e ficou estável.
Volumes seguem elevados no Norte e em parte do Centro-Oeste, enquanto o Sul e a faixa Leste do Nordeste devem registrar os menores acumulados no período.
Mapa pluviométrico evidência contraste regional, com Norte e Matopiba favorecidos e Sul em situação de atenção.
Para a segunda semana de fevereiro, os volumes de chuva tendem a se manter favoráveis na maior parte do país, porém alguns estados ainda devem registrar acumulados abaixo do padrão climatológico.
Após as altas de R$1,00/@ para o boi gordo e de R$2,00/@ para as fêmeas e o “boi China”, ontem (2/2), primeiro dia útil de fevereiro - nesta terça-feira os preços não mudaram.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos. Com o consumo mais fraco, as indústrias voltadas ao mercado doméstico negociam com mais cautela.
Mapas indicam chuvas presentes em todas as regiões do país, porém com anomalias negativas predominando.
Como é típico para uma sexta-feira, poucos negócios foram fechados. Frigoríficos com escalas mais confortáveis estão menos ativos, atuando apenas em oportunidades pontuais, enquanto aqueles que estão no mercado negociam nos preços vigentes.
No último dia útil do ano a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” caiu R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação feita dia a dia.
No último dia útil do ano, a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” recuou R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
O mercado abre a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permanecem estáveis na comparação diária. A baixa se explica por escalas de abate mais confortáveis em parte dos frigoríficos. No entanto, o movimento não sinaliza uma tendência de baixa, mas um ajuste pontual.
O mercado abriu a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
O cenário é de firmeza nas cotações, sustentado pela boa demanda por carne bovina no mercado interno e externo.
As precipitações aumentam em grande parte do Brasil, beneficiando o campo, mas com variabilidade regional.
Ainda há um cenário de indecisão entre os compradores, pois uma parte encontra-se sem preços para adquirir boiadas e, por outro lado, as indústrias que estão nas compras ofertaram valores menores do que as referências aqui descritas.
Ainda existia um cenário de indecisão entre os compradores, pois uma parte encontrava-se sem preços para adquirir boiadas e, por outro lado, as indústrias que estavam nas compras ofertaram valores menores do que as referências aqui descritas.
Chuvas ganham força no Norte e Nordeste, se mantêm regulares no Centro-Oeste e Sudeste, mas perdem intensidade na Região Sul.
As cotações não mudaram na comparação feita dia a dia. As escalas estão atendendo, em média, a oito dias, suficientes para suprir a demanda sem gerar excedentes. Há oferta de boiadas, porém as compras estão morosas.
Entrevista com o especialista em gestão de negócios,Luiz Augusto Dumoncel
Canal do Boi
Mercado do boi gordo pressionado e em alerta quanto as influências do clima nas pastagens
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