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Crédito com taxa de 8,5% ao ano incentiva a recuperação de áreas degradadas; especialistas apontam ganhos de produtividade e desafios para ampliar o acesso aos recursos.
A revisão de julho reduz a estimativa de estoques finais mundiais das três culturas, com o ajuste mais expressivo no milho.
O fim da colheita, a oferta externa mais curta e a demanda firme sustentam a alta das cotações no mercado interno e na exportação.
Em junho, os preços médios do DDG ou DDGS e do WDG ou WDGS estiveram entre estabilidade e queda em relação a maio.
Muitos produtores se preocupam com a chegada do El Niño, mas há meios de se preparar para esse momento.
Pesquisa expedicionária da Scot Consultoria, Circuito Cria, chega à campo para coletar dados de desmama em fazendas referência em produção de bezerros.
Apesar do aumento da exportação no primeiro semestre, produtores não conseguiram quitar os custos de produção.
Ondas de calor, secas prolongadas e a recorrência de El Niño e La Niña elevam riscos, reduzem rendimentos e reforçam a necessidade de gestão no campo.
Apesar do aumento do crédito, alguns pontos importantes, como seguro rural e quitação de endividamentos, ficaram de fora da discussão.
Revisão das áreas confirma a expansão da soja e a redução da safra de milho no país.
Da produção nacional às importações.
Pesquisa expedicionária da Scot Consultoria volta ao campo para acompanhar a desmama, a chegada da safra de bezerros ao mercado e as estratégias que vêm moldando a pecuária de cria no país.
A soja é uma cultura comparativamente estável, a produtividade oscila de 7,5% a 13,6% ao ano, conforme o estado. A safrinha (milho) balança de 13,7% a 29,7%, entre 1,7 vezes e 2,2 vezes mais que a soja, em todos os quatro estados sem exceção.
A Conab seguiu o viés dos últimos relatórios e continuou estimando para cima a produção total dos grãos no Brasil.
Durante décadas, o crescimento da produção de carne bovina no Brasil esteve associado à expansão das áreas de pastagem. Produzir mais significava ocupar mais terra. Nos últimos anos, porém, essa lógica mudou.
Em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Paraná, a segunda safra de milho é quase o dobro que a da soja e responde pela maior parte das quebras de produtividade do ciclo.
Com demanda doméstica fraca, cautela nas exportações e oferta confortável, arroba do boi gordo perde força em São Paulo; confinamento deve ganhar peso no segundo semestre
Apesar do ciclo de expansão, a produção do grão enfrenta um ambiente de custo mais adverso para o período dos últimos anos.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos apresentou o segundo relatório da safra 2026/27 na última semana e trouxe poucas alterações nos números da soja e do milho.
Com a colheita avançando e a oferta maior pressionando as cotações no curto prazo, os dados de sensoriamento remoto indicam bom desenvolvimento da safrinha em importantes estados produtores, apesar do
Enquanto a produção de cana se recupera, a queda no preço pago pelo quilo do açúcar total recuperável (ATR) e dos derivados, pressiona a rentabilidade dos fornecedores.
O produtor individual tem pouca influência sobre a formação do preço de commodities. O preço de referência costuma ser formado por uma combinação de oferta, demanda, estoques e câmbio.
A cotação da saca de milho, no curto prazo, deve trabalhar de forma mais baixista, já que o aumento da oferta por conta das colheitas pressiona o mercado.
Cotações estão pressionadas em meio à ampla oferta nacional. El Niño afetará de formas diferentes as regiões produtoras de soja no Brasil.
Na comparação feita mês a mês, até 5 de junho, a cotação do trigo subiu no Paraná e no Rio Grande do Sul. O movimento dá sequência à alta observada em maio, quando os preços também avançaram em relação a abril.
A continuidade dos trabalhos de colheita da primeira safra e, mais recentemente, da segunda, aumenta a oferta disponível no mercado.
Análise de todas as safras de soja desde 2000 mostra que o fenômeno tende a favorecer o vigor das lavouras no Sul, e aumenta o risco climático em Mato Grosso e Goiás.
Mesmo com maior demanda para esmagamento e biocombustíveis, o avanço da produção global deve manter os estoques elevados e os preços pressionados.
Nas áreas semeadas na primeira janela, a produtividade já é limitada e dificilmente deve superar 140 sacas por hectare, com desempenho ainda mais restrito em lavouras implantadas fora do período ideal.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, Eloir Daltoé
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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