2377 resultado(s) encontrado(s)!
Depois de um mercado com movimento de baixa nos preços em dezembro e janeiro, fevereiro vem mostrando melhora nas cotações.
Até 18 de fevereiro, segundo levantamento da Scot Consultoria, o preço da caixa com trinta dúzias em São Paulo, atingiu recorde nominal. No acumulado de fevereiro, o preço subiu 24,6% nas granjas, com a caixa cotada em R$212,50, e 24,0% no atacado, com a caixa cotada em R$217,00. O que explica o forte aumento?
Se o pecuarista está segurando o gado na fazenda agora e o preço tá caindo, o que é que vai acontecer quando o pasto começar a secar e ele for obrigado a vender?
A semana foi de preços lateralizados e com quedas para a cotação da arroba do boi gordo em São Paulo. Reposição segue ganhando força e diminuindo a relação de troca com o boi gordo. A tendência de preços tem acompanhado a movimentação histórica de preços.
Brasil inicia conversas para abertura comercial de carne bovina para o Japão, além da discussão de flexibilização da idade limite para o abate de bovinos e a habilitação de novas plantas frigoríficas brasileiras para exportação de carne de aves termoprocessadas.
Com a valorização na cotação do milho sendo mais acentuada que a cotação da arroba do boi gordo, a relação de troca está desfavorável para o pecuarista na primeira quinzena de fevereiro.
A exportação de carne bovina, suína e de frango começou fevereiro em bom ritmo, com volume médio diário embarcado superior comparado a média de igual período do ano passado.
O Brasil abateu 39,0 milhões de bovinos em 2024, aumento de 14,7% em relação aos abates em 2023 e a maior quantidade abatida na história da pecuária brasileira.
O atraso na estação de monta impactou o descarte das fêmeas, elevando sua oferta. No entanto, com a valorização dos bovinos de reposição, a oferta de fêmeas para abate tende a diminuir.
A participação de fêmeas no abate de bovinos, com dados de inspeção federal, aumentaram em jan/25 frente a jan/24.
O abate de fêmeas em janeiro de 2025 foi maior que em janeiro de 2024, segundo dados de abate da inspeção federal. Historicamente, os preços em fevereiro são menores que os vigentes em janeiro. Se esse quadro se repetir, visto a boa oferta de fêmeas até agora, teremos um mercado pressionado pela frente.
A incidência de greening e os impactos das mudanças climáticas reduziram a oferta de laranja, elevando os preços do insumo.
Após um janeiro com preços firmes, de modo geral, como deverão se comportar os preços da arroba do boi gordo em fevereiro e quais os pontos de atenção para o pecuarista?
No pagamento de janeiro referente ao leite entregue em dezembro foi registrado o terceiro recuo consecutivo. Na comparação mensal a queda foi de 1,2%, ou R$0,03/litro. Considerando a média nacional, o litro de leite ficou cotado em R$2,372.
O que deverá acontecer com a oferta e com os preços da reposição em 2025?
Após altas sucessivas, o primeiro ajuste negativo para o boi gordo, na referência de São Paulo. O período de fim de mês, somado a uma exportação desaquecida devido ao ano novo chinês, levaram à queda na cotação da arroba do boi gordo em São Paulo.
Com os volumes de chuva previstos para algumas regiões em fevereiro, a umidade do solo será favorável em determinadas áreas, auxiliando na recuperação das pastagens e na melhoria das condições em outras.
Em janeiro, o preço do farelo de algodão com 38% de proteína bruta subiu 7,1% em relação ao mês anterior. Essa alta resultou em uma piora de 6,6% na relação de troca entre o insumo e a arroba do boi gordo.
Até a quarta semana foram embarcadas 143,3 mil toneladas de carne bovina <em>in natura</em>, com uma média diária de 8,4 mil toneladas. O volume diário diminuiu frente a semana anterior em 10,3%. Apesar do recuo semanal, em relação a janeiro de 2024, o volume diário está 2,1% maior.
Com sinais de uma demanda por carne mais morosa, como a diminuição no volume da carne bovina in natura exportada na segunda quinzena de janeiro e o preço da carcaça casada bovina no mercado atacadista de carne com osso em queda, a oferta de boiadas é quem tem limitado queda nos preços?
Os últimos balanços do USDA indicaram que o rebanho bovino inicial nos Estados Unidos, em 2025, diminuiu 1,3%, em comparação com 2024, e indicou uma estimativa de queda de 4,0% na produção de carne bovina, também na comparação com o ano anterior.
Em episódio especial, Alcides Torres e Pedro Gonçalves, engenheiros agrônomos e analistas de mercado da Scot Consultoria, receberam Antônio Pereira, diretor do programa de televisão Agronegócio da TV Serra Dourada, para uma conversa sobre a trajetória e desafios do agro para 2025.
O nosso programa "Mercado sem Rodeios" está evoluindo e se tornando um podcast próprio! Isso mesmo, a partir de agora, você poderá acompanhar o "Mercado sem Rodeios" de uma forma ainda mais completa e aprofundada.
A relação de troca entre a arroba do boi gordo e o farelo de soja é a terceira melhor dos últimos doze meses. No entanto, na comparação mês a mês, a relação piorou em janeiro para o pecuarista
O mercado de soja deve, com o avanço da colheita no Brasil, ficar pressionado em curto prazo. Há, porém, fatores que podem limitar o viés de baixa, como o aumento dos preços no mercado internacional (CBOT) e as preocupações com o potencial produtivo da soja na América do Sul.
Entre 2019 e 2024, os preços médios das terras agrícolas no Brasil tiveram forte valorização. Entenda os motivos desse movimento no Agro Num Instante de hoje!
A quantidade de fêmeas disponíveis para o abate diminuiu. No entanto, no curto prazo, a oferta deve aumentar em função do descarte do final da estação de monta.
Com o avanço de janeiro, a demanda por bovinos terminados tem se mostrado firme, o que elevou a cotação da arroba do boi gordo em mais um momento.
Entrevista com o engenheiro agrônomo e mestre em Nutrição Animal e Pastagens, Luiz Gustavo Nussio
AgroMais
Mercado do boi gordo: balanço da semana e perspectivas
Receba nossos relatórios diários e gratuitos