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A pecuária brasileira se destaca por sua abrangência nacional e uma infinidade de formas de produção. Essa diversidade acaba se traduzindo em terminologias nem sempre muito precisas.
O preço do leite pago ao produtor teve mais um mês de queda no pagamento de dezembro referente ao leite entregue em novembro. O recuo na comparação mensal foi de 4,5%, ou R$0,11/litro.
A média diária exportada de carne bovina in natura nas duas primeiras semanas de janeiro foi de 9,5 mil toneladas, isso representa um incremento de 14,9% em relação a média diária embarcada em janeiro do ano passado. Para a carne suína in natura, o volume está 21,2% maior, e para a carne de frango o aumento é de 37,6%.
A Conab divulgou, em 12/1, que a colheita de soja no Brasil teve início. A expectativa, para a safra 2024/25 cuja colheita teve início, é de recorde para a produção nacional.
A redução na oferta e as questões tributárias fizeram com que a cotação do boi gordo apresentasse melhora nos primeiros dias janeiro.
Mercado do boi gordo com preços firmes no começo de 2025 e a expectativa, para curto e médio prazo, é de manutenção deste cenário. Para o milho, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, em inglês), trouxe novidades para o balanço de oferta e demanda global no relatório apresentado hoje, 10 de janeiro, que deverão movimentar os preços do insumo para cima.
Apesar da relação de troca ser desfavorável, vale destacar que até o momento, janeiro de 2025 se apresenta como o terceiro melhor mês para a relação de troca nos últimos doze meses.
Com crescimento de 26,9%, a exportação brasileira de carne bovina <em>in natura</em> atingiu 2,5 milhões de toneladas - recorde para um único ano. Para 2025, a expectativa é de demanda aquecida e crescimento na exportação brasileira de carne bovina <em>in natura</em>.
Com o reajuste do salário mínimo para R$1.518,00, participação do kg de carne bovina atinge 2,8%. Nos Estados Unidos, participação é de 0,7%.
Safra menor e demanda aquecida limitaram viés de baixa às cotações – que trabalharam, em 2024, praticamente acomodadas. Para 2025, os preços devem seguir firmes.
O aumento da produção em 16,6% levou o Brasil a ser o maior exportador, superando os Estados Unidos, que antes ocupava o primeiro lugar desde a safra de 1993/94.
Com poucos agentes negociando e maior dificuldade na aquisição de boiadas para composição das escalas, os compradores tiveram de pagar mais pela arroba do boi gordo em São Paulo neste início de 2025.
A expectativa de demanda interna aquecida deve sustentar os preços, porém o aumento da oferta de soja deve limitar a alta.
O recuo na comparação mensal foi de 4,5%, ou R$0,11/litro. Considerando a média nacional, o litro de leite ficou cotado em R$2,400.
Receita ao produtor em alta, custos estáveis e exportação em bom ritmo marcaram o mercado de carne de frango em 2024. Para 2025, o preço do milho será ponto de atenção.
Com 883,5 mil cabeças e um faturamento de US$736,8 milhões entre janeiro e novembro de 2024, a exportação de bovino foi recorde em volume e em faturamento.
A expectativa é de que a oferta de boiadas seja menor em relação ao ano anterior - o que colabora com a perspectiva de alta às cotações. Há, porém, pontos de atenção. No cenário de demanda externa, a expectativa é de aumento no volume da exportação brasileira, mas, a possibilidade de aumento da tarifa de importação para a carne bovina pela China aos seus fornecedores em 2025, noticiada ao fim de dezembro, preocupa. Além disso, após um bom ano para o mercado interno, há dúvidas quanto ao seu desempenho para 2025, em meio a um cenário fiscal desafiador, desvalorização do real e inflação maior.
Até meados de dezembro, a alta no preço do insumo e a queda na cotação da arroba do boi gordo impactaram negativamente a relação de troca para os pecuaristas.
Após recorde de exportação em 2024, três meses antes do término do ano, quais são as expectativas para a exportação de carne bovina em 2025?
A cotação da arroba do boi gordo em dezembro/24 parou de cair. É hora de vender ou de segurar a boiada?
Brasil na COP 30, o impacto do CO2 e o enfrentamento aos ataques à ciência.
Mercado deverá trabalhar bem ofertado, com destaque para a segunda quinzena do mês, o que deverá pressionar para baixo os preços.
Apesar da pressão de baixa para a cotação da arroba do boi gordo em dezembro/24, a referência encerra 2024 com preços bem acima do observado no começo de 2024 e com perspectiva favorável para as cotações em 2025.
Os preços do farelo de soja e da arroba boi gordo, em São Paulo, caíram na primeira quinzena de dezembro. A queda mais acentuada foi a da arroba do boi gordo, porém, diminuiu o poder de compra do pecuarista paulista.
A oferta de DDG aumentou, os preços caíram e a relação de troca para o pecuarista teve seu melhor momento em 2024.
Entrevista com o engenheiro agrônomo e mestre em Nutrição Animal e Pastagens, Luiz Gustavo Nussio
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Mercado do boi gordo: balanço da semana e perspectivas
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