9765 resultado(s) encontrado(s)!
O volume médio diário embarcado das três proteínas, na parcial de janeiro, está maior que em igual período do ano passado.
Os vendedores estiveram retraídos, reduzindo a oferta no mercado. No entanto, o escoamento de carne ocorreu em ritmo mais lento, comportamento esperado para o período do mês, o que sustentou as cotações.
Com autonomia em relação à China continental, Hong Kong poderá ser uma alternativa para a exportação e mitigar os impactos da salvaguarda chinesa.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos.
A semana começou em ritmo lento, com pouca oferta e poucos negócios realizados, mantendo a cotação sem alteração.
A salvaguarda chinesa sobre a carne bovina trouxe incerteza ao mercado. Ainda assim, o bom escoamento no Brasil e as exportações firmes sustentaram os preços no início do ano. Os embarques mais fortes para os Estados Unidos e o avanço do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul também foram pontos positivos para o setor.
Em São Paulo, no atacado, a carcaça especial recuou 2,4% e, nas granjas, a queda foi de 3,0% em relação à semana passada.
O comportamento dos preços no mercado do boi gordo desta semana e as tendências para a próxima.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços vigentes, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios foi lento, típico do fechamento da semana.
O país passa a ter oito plantas aptas a vender ao mercado vietnamita, dobrando o número de estabelecimentos autorizados
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@.
Após o recorde de exportação em 2025, o começo de 2026 está marcado por medidas protecionistas de parceiros do Brasil que poderão mudar esse quadro.
Não houve alterações nas cotações das diferentes categorias, mas o mercado do boi gordo operou em um ambiente de “queda de braço”.
Até a segunda semana de janeiro, o volume exportado de carne bovina in natura foi de 89,3 mil toneladas.
O mercado abriu com baixo volume de negócios.
Como previsto, a segunda-feira começou com manutenção do cenário observado no fechamento da semana anterior.
China e México anunciam cotas e tarifas, e a UE avança no acordo com o Mercosul. Veja os impactos para o mercado da carne bovina.
Como é típico para uma sexta-feira, poucos negócios foram fechados. Frigoríficos com escalas mais confortáveis estavam menos ativos, atuando apenas em oportunidades pontuais, enquanto aqueles que estavam no mercado negociavam nos preços vigentes. Havia relatos de negócios acima da referência, mas ainda insuficientes para estabelecer um padrão de preços.
Entre progresso, desinformação e consumo excessivo, um convite à razão, à verdade e ao cuidado com o planeta.
Brasil é um dos principais fornecedores.
Exportações de carne bovina encerram 2025 com recordes em volume e receita.
Nesta semana, as ofertas estiveram mais abundantes, o que permitiu que alguns frigoríficos avançassem com as escalas e, com um bom escoamento de carne, os preços ficaram estáveis.
Mais do que bem-estar animal, lona de sombreamento é um insumo estratégico para ter eficiência hídrica, desempenho zootécnico e sustentabilidade nos confinamentos.
Em 2025, o setor de carne de aves teve um grande desafio: um caso de gripe aviária em granjas comerciais, que levou a suspensão de compras de uma série de parceiros. Apesar do cenário, o Brasil exportou volume recorde em 2025, com acréscimo de 0,2% em relação a 2024.
A quarta-feira começou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atendeu à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina esteve firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustentou as cotações.
O avanço consistente dos embarques evidencia a crescente dependência do mercado chinês da carne bovina brasileira e reforça o descompasso entre o fluxo comercial e o recente limite estabelecido.
Apesar da menor necessidade de compra imediata por parte dos frigoríficos, em parte devido às programações fechadas no fim do ano passado, o mercado esteve firme.
O setor, apesar de apresentar ritmo aquém do esperado em 2025, ganhou tração no final do ano e tem boa perspectiva para 2026.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
Notícias Agrícolas
Confinamento com 10 milhões de cabeças em 2026
Receba nossos relatórios diários e gratuitos