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A retomada das exportações de sebo bovino, após meses em baixa, aliada à demanda por biodiesel, sustenta os preços. Já para o couro, a oferta permanece ampla, mesmo com a redução nos abates, mantendo as cotações estáveis.
Com condições econômicas positivas, isenção do imposto de renda e um ano movimentado por Copa do Mundo e eleições, o cenário aponta para mais dinamismo nos negócios.
Estudos conduzidos na Esalq/USP mostram ganhos consistentes em desempenho e eficiência alimentar com inclusão de DDG/DDGS e WDG/WDGS, reforçando o papel estratégico desses coprodutos no avanço da terminação e da recria no Brasil.
Consumo interno aquecido, exportações firmes e retenção de fêmeas sustentam preços da arroba, enquanto China e câmbio seguem no radar do pecuarista.
Demanda lenta no mercado interno direcionou o preço do sebo. Para o couro, apesar da estimativa de oferta menor, a demanda lenta imperou. Caminhos opostos marcaram a exportação.
Com abate elevado sustentando a produção, o mercado interno ganha volume enquanto o embarque perde ritmo, sobretudo pela menor compra chinesa.
Preço do sebo pressionado e do couro estável para semana.
Será que, no lugar da botina e do chapéu, o terminador do futuro vestirá luva e jaleco? A produção de carne em laboratório avança na comunidade científica, mas a questão central permanece: esse modelo representa, de fato, o futuro da oferta de proteína?
Preço do couro e do sebo estável na semana.
A oferta elevada do ciclo anterior e o ajuste sazonal devem limitar uma reação da cotação dos coprodutos do algodão, mesmo com a estimativa de menor produção.
Diante da menor oferta de fêmeas no mercado, o entendimento da Scot Consultoria é de sustentação nos preços da arroba, com potencial para altas.
Os coprodutos úmidos da indústria de etanol de milho avançam nos confinamentos, enquanto a armazenagem e a conservação se consolidam como desafios centrais para a segurança nutricional.
Estabilidade de preços para o sebo, com a demanda pelo produto como matéria-prima para o biodiesel em ritmo lento. O couro bovino também permaneceu estável, mesmo com exportações aquecidas.
Cenário de oferta ajustada, exportações resilientes e valorização da reposição sustenta expectativa de um novo ciclo de alta ao longo de 2026.
A ampla oferta, resultante do desempenho fraco das exportações e da menor utilização do sebo bovino como matéria-prima para a produção de biodiesel, segue pressionando os preços do coproduto.
Redução nas exportações e menor utilização do sebo como matéria-prima para o biodiesel pressionam os preços. O couro bovino segue estável, com exportações aquecidas, mas com menor faturamento.
Mercado de coprodutos esteve frouxo no encerramento de ano e com um quadro baixista para o curto prazo.
Após o recorde de exportação em 2025, o começo de 2026 está marcado por medidas protecionistas de parceiros do Brasil que poderão mudar esse quadro.
Entre limites técnicos e custos elevados, o SAF desponta como a principal aposta para descarbonizar um setor em expansão, e o Brasil pode ter papel central nesse processo.
Estudo mostra que o milho foi líder absoluto na formulação da dieta dos bovinos de corte em sistemas de confinamento intensivo em 2025.
O setor, apesar de apresentar ritmo aquém do esperado em 2025, ganhou tração no final do ano e tem boa perspectiva para 2026.
Confina Brasil apontou que, em 2025, 95,5% dos confinamentos realizam a coleta dos desejos.
Alcides Torres detalha suas expectativas para o mercado agropecuário em 2026.
Preços do sebo recuam pela segunda semana consecutiva, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Preços do sebo recuam, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Uma década de dedicação a contar a trajetória da agropecuária brasileira, combater a desinformação e ajudar o produtor a produzir mais e melhor.
Queda nas cotações do sebo bovino são sustentado pela pela maior oferta de óleo de soja e pela expectativa de produção menor de biodiesel em dezembro.
Alta do milho, safra abundante, prêmios firmes para a soja e avanço do etanol de milho criam um novo ambiente competitivo que deve influenciar custos e estratégias no próximo ano.
Produção recorde de sebo bovino, demanda mais lenta e competitividade com outros produtos têm pressionado os preços dos coprodutos bovinos, e a expectativa é de que o mercado siga pressionado em dezembro.
Com produção recorde e participação crescente na fabricação de biodiesel, o sebo ganha destaque na produção de biodiesel.
Entrevista com o zootecnista, Emanuel Oliveira
Canal do Boi
Mercado do boi gordo mantém alta e reposição atinge patamar histórico
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