2340 resultado(s) encontrado(s)!
As referências de preço continuaram as mesmas que estavam vigentes na sexta-feira para todas as categorias, entretanto, houve negócios na sexta-feira à tarde e hoje acima das referências, notadamente na casa dos R$325,00/@ para o “boi China”, mas foram poucos.
A semana terminou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia.
Se, na semana passada, havia negócios ocorrendo abaixo da referência, nos últimos dias isso não é mais verdade, e todos os negócios ocorrem dentro delas. Houve grande resistência da ponta vendedora, e as unidades frigoríficas tiveram que aumentar o valor das ofertas de compras para adquirirem boiadas.
Os vendedores estiveram retraídos, reduzindo a oferta no mercado. No entanto, o escoamento de carne ocorreu em ritmo mais lento, comportamento esperado para o período do mês, o que sustentou as cotações.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos.
A semana começou em ritmo lento, com pouca oferta e poucos negócios realizados, mantendo a cotação sem alteração.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços vigentes, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios foi lento, típico do fechamento da semana.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@.
Não houve alterações nas cotações das diferentes categorias, mas o mercado do boi gordo operou em um ambiente de “queda de braço”.
O mercado abriu com baixo volume de negócios.
Como previsto, a segunda-feira começou com manutenção do cenário observado no fechamento da semana anterior.
Como é típico para uma sexta-feira, poucos negócios foram fechados. Frigoríficos com escalas mais confortáveis estavam menos ativos, atuando apenas em oportunidades pontuais, enquanto aqueles que estavam no mercado negociavam nos preços vigentes. Havia relatos de negócios acima da referência, mas ainda insuficientes para estabelecer um padrão de preços.
Nesta semana, as ofertas estiveram mais abundantes, o que permitiu que alguns frigoríficos avançassem com as escalas e, com um bom escoamento de carne, os preços ficaram estáveis.
A quarta-feira começou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atendeu à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina esteve firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustentou as cotações.
Apesar da menor necessidade de compra imediata por parte dos frigoríficos, em parte devido às programações fechadas no fim do ano passado, o mercado esteve firme.
A semana começou com poucos negócios. Ainda assim, os frigoríficos que abriram compras observaram um aumento na oferta em relação ao final do ano, o que deu espaço para ofertas de compra abaixo da referência para o boi gordo.
Medida antecipa anúncio previsto para o final de janeiro, fixa cotas por país e aplica tarifa extra sobre volumes excedentes até 2028.
No último dia útil do ano, a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” recuou R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
Se segunda-feira tipicamente já é um dia moroso no mercado do boi gordo, esta estava ainda mais, por conta do final do ano.
A sexta-feira (26/12), tipicamente marcada por maior lentidão nas negociações envolvendo gado gordo, teve seu quadro de morosidade intensificado pela comemoração do Natal.
O mercado está desacelerado em função dos feriados de fim de ano, com parte das indústrias fora das compras e escalas de abate para o início de 2026. Ao mesmo tempo, as vendas de carne seguem boas e a oferta de boiada permanece reduzida.
O mercado abriu a semana com poucos negócios. A cotação permaneceu firme, com o preço de referência sendo o mesmo da última semana.
Como é típico para o último dia da semana, o ritmo de negócios esteve lento. Esse movimento foi reforçado pelo fato de parte dos negociantes estar fora das compras, em função das festividades das semanas seguintes.
Grande parte das indústrias estava com as escalas de dezembro preenchidas, e muitas tinham começado as escalas de janeiro.
O mercado abriu a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
As ofertas atenderam à procura, e o escoamento da carne manteve-se firme, o que manteve o mercado em equilíbrio.
As ofertas aumentaram e as vendas de carne estão indo bem, o que manteve o mercado equilibrado.
Após o ajuste de preços de ontem, o mercado abriu estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. As escalas atendem, em média, a dez dias. A oferta de boiadas atende à demanda.
Parte dos compradores estava com as escalas programadas para o início da segunda semana de janeiro, em função das férias coletivas. As escalas atenderam, em média, a 11 dias.
O mercado estava estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. O escoamento para o mercado interno e externo estava firme.
Entrevista com a executiva de negócios, Larissa Wachholz
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
Receba nossos relatórios diários e gratuitos