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O setor, apesar de apresentar ritmo aquém do esperado em 2025, ganhou tração no final do ano e tem boa perspectiva para 2026.
Mercados do boi gordo e reposição, carne, insumos, grãos e outros enfrentaram cenários distintos em 2025, apontando tendências importantes para o próximo ano
A avicultura e a suinocultura tiveram, apesar dos desafios, um 2025 muito positivo, com crescimento da produção, da demanda e preços firmes, além de custos mais controlados, o que resultou em remuneração positiva ao longo de toda a cadeia.
Preços do sebo recuam pela segunda semana consecutiva, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Preços do sebo recuam, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Queda nas cotações do sebo bovino são sustentado pela pela maior oferta de óleo de soja e pela expectativa de produção menor de biodiesel em dezembro.
Produção recorde de sebo bovino, demanda mais lenta e competitividade com outros produtos têm pressionado os preços dos coprodutos bovinos, e a expectativa é de que o mercado siga pressionado em dezembro.
Com produção recorde e participação crescente na fabricação de biodiesel, o sebo ganha destaque na produção de biodiesel.
Sebo bovino em alta, produção recorde e consumo para biodiesel em crescimento, absorvendo 50,4% da produção em outubro. Com isso, para o momento, a demanda interna segue aquecida, enquanto as exportações continuam limitadas.
Aumento da oferta, demanda mais lenta e competitividade com outros produtos têm pressionado os preços dos coprodutos bovinos, e a expectativa é de que o mercado siga pressionado em dezembro.
Aumento da oferta de sebo bovino e a concorrência com o óleo de soja exercem pressão baixista sobre os preços. Para o couro bovino, houve aumento da oferta e retração das exportações.
Após o feriado, o mercado abriu frio. Alguns compradores não estão operando hoje e, os que estão, realizaram poucos negócios.
Após o feriado, o mercado abriu frio. Alguns compradores não estavam operando hoje e, os que estavam, realizaram poucos negócios. Nesse sentido, as referências de preços continuaram as mesmas de quarta-feira.
Um olhar para a margem da indústria frigorífica e o potencial para o preço da arroba do boi gordo no fim de 2025.
Na comparação semanal, o preço do sebo bovino caiu 1,7% no Brasil Central e 2,4% no Rio Grande do Sul.
Alta na oferta de couro e sebo bovino, demandas distintas entre os mercados.
Biodiesel sustenta a demanda e os preços do sebo, enquanto o couro enfrenta excesso de oferta e preços estáveis com tendência de baixa.
Apesar da maior atratividade em relação ao óleo de soja e da demanda interna aquecida, os preços do sebo recuaram. Para o mercado de couro bovino, a estabilidade persiste.
Setembro bate recorde de sebo bovino para biodiesel, com alta de 30,3% e inversão na participação de mercado.
Mercado do sebo estável, mas com ofertas de compra abaixo da referência devido à retração das exportações. Para o couro, volume exportado vai bem, mas faturamento, nem tanto.
Sebo bovino registra preços estáveis e queda nas exportações. O couro também se mantém estável, porém apresenta um cenário de maior volume exportado e menor faturamento.
Analista de mercado da Scot Consultoria destaca ao Notícias Agrícolas que o Brasil registrou produção de 1,2 milhão de toneladas de sebo bovino entre janeiro e setembro de 2025, um aumento de 3,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Sebo bovino com preços firmes e tendência de alta. Já o couro está estável, mas pressionado pela oferta elevada e demanda fraca.
Alta no preço do sebo bovino sustentado pela demanda aquecida de biodiesel e exportações.
Preços em alta para o sebo bovino, sustentados pela demanda aquecida para o biodiesel e pelas exportações. Couro estável e com preços baixos, devido a maior oferta e à fraca demanda.
Menor produção para o segundo semestre, e estabilidade dos preços do sebo bovino, sustentados pela demanda firme do mercado interno e exportações.
A estabilidade de preços do sebo bovino no curto prazo é sustentada pela oferta contida, pelo aumento nas exportações e pela maior demanda do mercado interno.
Estabilidade de preços no curto prazo é sustentada por oferta contida, com queda na produção de sebo e uma demanda aquecida no mercado interno.
Entrevista com o diretor-fundador da Scot Consultoria e Engenheiro agrônomo, Alcides Torres
Infomoney
Carne bovina: com salvaguarda da China, Brasil pode deixar de exportar até 500 mil t
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