7122 resultado(s) encontrado(s)!
Apesar do ciclo de expansão, a produção do grão enfrenta um ambiente de custo mais adverso para o período dos últimos anos.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos apresentou o segundo relatório da safra 2026/27 na última semana e trouxe poucas alterações nos números da soja e do milho.
Com a colheita avançando e a oferta maior pressionando as cotações no curto prazo, os dados de sensoriamento remoto indicam bom desenvolvimento da safrinha em importantes estados produtores, apesar do
Enquanto a produção de cana se recupera, a queda no preço pago pelo quilo do açúcar total recuperável (ATR) e dos derivados, pressiona a rentabilidade dos fornecedores.
O produtor individual tem pouca influência sobre a formação do preço de commodities. O preço de referência costuma ser formado por uma combinação de oferta, demanda, estoques e câmbio.
A cotação da saca de milho, no curto prazo, deve trabalhar de forma mais baixista, já que o aumento da oferta por conta das colheitas pressiona o mercado.
Cotações estão pressionadas em meio à ampla oferta nacional. El Niño afetará de formas diferentes as regiões produtoras de soja no Brasil.
Na comparação feita mês a mês, até 5 de junho, a cotação do trigo subiu no Paraná e no Rio Grande do Sul. O movimento dá sequência à alta observada em maio, quando os preços também avançaram em relação a abril.
A continuidade dos trabalhos de colheita da primeira safra e, mais recentemente, da segunda, aumenta a oferta disponível no mercado.
Análise de todas as safras de soja desde 2000 mostra que o fenômeno tende a favorecer o vigor das lavouras no Sul, e aumenta o risco climático em Mato Grosso e Goiás.
Mesmo com maior demanda para esmagamento e biocombustíveis, o avanço da produção global deve manter os estoques elevados e os preços pressionados.
Nas áreas semeadas na primeira janela, a produtividade já é limitada e dificilmente deve superar 140 sacas por hectare, com desempenho ainda mais restrito em lavouras implantadas fora do período ideal.
Chuvas estarão concentradas no Norte e no Sul do país, enquanto as áreas centrais mantêm predominância de tempo seco.
Pressão de oferta mantém o mercado físico em baixa no curto prazo, enquanto perdas na segunda safra e consumo aquecido podem reforçar o poder de barganha do produtor mais adiante.
O Brasil está pagando mais pelos insumos em meio à instabilidade global, aumentando preocupação para a safra 2026/27.
Revisão positiva para Brasil e Argentina amplia a oferta mundial no curto prazo, mas a queda na produção dos Estados Unidos aponta para estoques globais mais apertados em 2026/27.
O volume exportado cresceu 11,7% no primeiro quadrimestre de 2026 ante igual período de 2025, mas a receita subiu apenas 1,7% em razão da pressão sobre os preços internacionais.
A fixação biológica de nitrogênio (FBN), potencializada pelo uso de bioinsumos, reduz a necessidade de ureia no campo, diminuindo custos de produção e impactos ambientais.
A redução da área semeada em importantes produtores pode dar fôlego às cotações no médio prazo, mas os estoques globais elevados ainda limitam uma recuperação mais consistente.
Ampla oferta mundial e nacional, além da pressão sazonal por conta do período de colheita, contribuiu para o cenário.
Entenda por que a canola possui grande potencial de utilização durante a safrinha no Rio Grande do Sul.
Linha de crédito voltada a máquinas agrícolas pode impulsionar negócios, modernizar o campo e melhorar a produtividade, mas até que ponto será capaz de ajudar e, de fato, auxiliar o produtor?
Com a colheita da primeira safra e a proximidade da safrinha, o espaço para alta no curto prazo segue limitado, enquanto, no segundo semestre, eventuais perdas climáticas podem dar maior sustentação à
Correção sazonal, consumo interno fragilizado e incertezas com a China explicam recuo, enquanto oferta limitada sustenta viés de alta no ano.
Produção de sorgo cresce na safra 2025/26, impulsionada pela expansão de área, com destaque para o Centro-Oeste.
Integração Lavoura e Pecuária (ILP): ganhos de carbono e evolução da mitigação.
As estatísticas de abril se atingiram os objetivos das projeções para o mês. Mas e para maio, um dos meses marcados pelo fim da “safra do boi”?
Dados brutos de monitoramento passam a impactar o crédito, exigindo resposta técnica rápida e organização documental do produtor.
Ampla oferta mundial e nacional, além da pressão sazonal por conta do período de colheita, contribuíram para o cenário.
Em abril, a cotação do arroz subiu e já é a maior de 2026, porém ainda abaixo da cotação do mesmo período de 2025.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
Receba nossos relatórios diários e gratuitos