Na comparação feita semana a semana, a cotação subiu, exceto para garrote e bezerra de ano.
Foto: Bela Magrela
Na comparação feita semana a semana, a cotação do bezerro de ano subiu 0,9%, a do boi magro 0,5% e a do bezerro de desmama 0,5%. Na contramão, a do garrote caiu 1,0%. Na comparação feita mês a mês (9/7), a cotação do bezerro de desmama subiu 1,6% e a do bezerro de ano 0,3%. A cotação do garrote caiu 2,8% e a do boi magro ficou estável, com leve baixa de 0,1% (figura 1).
Figura 1.
Cotação média da reposição - machos Nelore - em R$/cabeça, em Mato Grosso do Sul.
Fonte: Scot Consultoria.
Em relação às fêmeas, na comparação feita semana a semana, a cotação da bezerra de desmama subiu 1,8%, a da vaca magra 1,3% e a da novilha 1,2%. A cotação da bezerra de ano ficou estável. Na comparação feita mês a mês, a cotação da vaca magra subiu 2,8%, a da bezerra de desmama 1,6% e a da novilha 0,5%, ao passo que a cotação da bezerra de ano caiu 1,6% (figura 2).
Figura 2.
Cotação média da reposição com fêmeas Nelore - em R$/cabeça, em Mato Grosso do Sul.
Fonte: Scot Consultoria.
A alta distribuída pela maior parte das categorias espelha a procura firme por reposição. A cotação das categorias mais leves, está firme em função da oferta reduzida.
A cotação do bezerro desmamado no Mato Grosso do Sul subiu de R$2.583,00 em julho de 2025 para R$3.177,00 em julho de 2026, alta de 23,0% — mais do que o dobro da elevação da cotação da arroba do boi gordo. A relação de troca subiu de 8,7 para 9,7 arrobas por bezerro.
Figura 3.
Bezerro desmamado no Mato Grosso do Sul, em R$ por cabeça, e a relação de troca em arrobas de boi gordo por bezerro.
Fonte: Scot Consultoria.
O cenário é de mercado comprador.
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