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O mercado do boi gordo iniciou a semana com preços estáveis na praça paulista. O ritmo das negociações foi mais lento, refletindo a cautela dos frigoríficos, que aguardavam os resultados das vendas do fim de semana.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@.
O mercado abriu com baixo volume de negócios.
Nesta semana, as ofertas estiveram mais abundantes, o que permitiu que alguns frigoríficos avançassem com as escalas e, com um bom escoamento de carne, os preços ficaram estáveis.
Se segunda-feira tipicamente já é um dia moroso no mercado do boi gordo, esta estava ainda mais, por conta do final do ano.
Grande parte das indústrias estava com as escalas de dezembro preenchidas, e muitas tinham começado as escalas de janeiro.
Uma parte dos compradores estava com escalas prontas para o começo da segunda semana de janeiro e testavam preços menores, mas sem negócios concretizados.
Ainda existia um cenário de indecisão entre os compradores, pois uma parte encontrava-se sem preços para adquirir boiadas e, por outro lado, as indústrias que estavam nas compras ofertaram valores menores do que as referências aqui descritas.
Apesar da incerteza decorrente do potencial de mudança nas salvaguardas de importação chinesa, o mercado físico manteve-se com preços estáveis. A maioria dos frigoríficos manteve as ordens de compra, dada a oferta ajustada de bovinos.
As cotações não mudaram na comparação feita dia a dia. As escalas atenderam, em média, a oito dias, suficientes para suprir a demanda sem gerar excedentes. Houve oferta de boiadas, porém as compras estavam morosas.
Nas praças pecuárias paulistas, as cotações não mudaram.
A demanda, tanto interna quanto externa, seguem aquecidas. Isso somado a uma menor participação de fêmeas no abate, levou a uma boa firmeza na cotação do boi gordo nas principais praças pecuárias do país.
A semana terminou com as cotações estáveis em São Paulo.
O primeiro dia útil do mês começou com poucos negócios. A oferta contida e a expectativa de melhora no escoamento da carne neste período têm mantido o mercado firme.
Uma parte da ponta compradora estava fora do mercado e aguardava os resultados das vendas do fim de semana para definir as ofertas de compras.
Após alta em 32 das 33 praças acompanhadas pela Scot Consultoria na primeira quinzena do mês, a arroba do boi gordo, seguirá firme para a segunda metade do mês? A exportação e o câmbio serão importantes para o direcionamento de preços.
O mercado do boi gordo mantém tendência de firmeza na primeira quinzena de outubro. Segundo levantamento da Scot Consultoria, 32 das 33 praças monitoradas registraram alta nas cotações, com a arroba do boi gordo destinado ao mercado interno, em São Paulo, sendo negociada em R$307,00 e R$310,00 para o
Uma parte da ponta compradora encontrava-se fora do mercado, ainda aguardando os resultados das vendas de carne no fim de semana para definirem preços. A parte ativa estava com ofertas de compra que permaneciam dentro das referências.
As regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste registram avanço das chuvas, contrastando com a persistência da estiagem no Nordeste.
O cenário apresentou redução nas ofertas, que antes eram abundantes, embora alguns frigoríficos ainda contassem com boa disponibilidade de bovinos de confinamento.
O mercado abriu esta segunda-feira com poucos negócios. Algumas indústrias ainda estavam decidindo como seriam as ofertas de compra com base nas vendas do fim de semana, enquanto outras estavam fora do mercado.
Considerando as praças paulistas, até o momento, são necessárias 4,3 arrobas de boi gordo para a compra de uma tonelada do insumo, queda de 2,4% em relação a agosto.
Apesar de boa parte da ponta compradora ter estado fora das compras, o cenário foi de mercado frouxo. Com o mercado bem ofertado, as escalas de abate confortáveis e escoamento de carne fraco, os frigoríficos que já haviam retomado os negócios iniciaram a semana oferecendo menos pela arroba do “boi China”. Para as demais categorias, as cotações não mudaram.
Cenário climático segue dentro do esperado para o período, com chuvas modestas e estiagem persistente em algumas áreas.
Chuvas fracas e localizadas ajudam a manter as lavouras e as pastagens em algumas regiões, mas a estiagem ainda limita a umidade do solo em grande parte do país.
As escalas avançaram e o volume de negócios caiu. Com isso, o mercado abriu com cotações estáveis.
Previsão indica chuvas fracas e irregulares na maior parte do país, com destaque para a persistência da seca em áreas do Nordeste e Centro-Oeste; condição que favorece o andamento da colheita, mas limita o desenvolvimento de culturas de inverno e intensifica a perda de vigor das pastagens.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
Boi gordo surpreende! Scot registra alta em 12 praças e nenhuma queda! Arroba vai subir mais?
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