10398 resultado(s) encontrado(s)!
A referência para a arroba do boi gordo na praça paulista caiu 0,7% na comparação feita dia a dia, e está em R$192,50/@, à vista, bruto, R$192,00/@, com desconto do Senar, e R$189,50/@ com desconto do
O mercado de reposição tem trabalhado com cautela nesse início de ano, devido à pressão de baixa no mercado do boi gordo.
A carcaça tem sido negociada, em média, em R$4,70 por quilo, uma queda de 8,7% em sete dias. Nas granjas paulistas, os preços permaneceram estáveis e a ave terminada segue cotada, em média, em R$3,20
Em São Paulo, a cotação do boi gordo ficou estável na comparação com o fechamento de sexta-feira (17/01).
Além das duas praças de São Paulo, a cotação do boi gordo caiu em outras sete praças pecuárias monitoradas pela Scot Consultoria. Considerando a média das 32 regiões pesquisadas, a cotação da arroba c
Se os dados de exportação vieram tão fortes, então por que a reclamação sobre a ausência da China no mercado atual?
A referência para a arroba na praça paulista caiu pelo quinto dia consecutivo e fechou a semana cotada em R$194,00, à vista, bruto, R$193,50/@, com desconto do Senar, e R$191,00/@ com desconto do Funr
Apesar das escalas de abate curtas, as indústrias testam preços menores avaliando o consumo mais lento em janeiro no mercado interno.
As despesas típicas de início de ano reduziram o poder aquisitivo da população refletindo em menores vendas.
Vendedores resistentes.
Na praça paulista, o preço da arroba boi gordo caiu novamente e está em R$195,00/@, à vista, bruto, R$194,50/@, com desconto do Senar, e R$192,00/@ com desconto do Funrural e Senar.
Em São Paulo, mesmo com indústrias com escalas curtas, de dois a três dias, as ofertas de compra têm sido abaixo da referência de mercado.
Devido ao lento escoamento de carne bovina, a cotação do boi gordo na praça paulista caiu. A retração foi de 1,5% na comparação feita dia a dia, e o boi gordo ficou cotado em R$194,00/@ à vista e livr
A queda do primeiro dia útil até o momento foi de 17,1% nos preços na granja e de 15,9% no atacado para a caixa com trinta dúzias.
Sob o argumento da dificuldade no escoamento da produção e consequentemente queda nos preços da carcaça bovina, os compradores abriram as ofertas de compra abaixo da referência de mercado.
Apesar do cenário, o mercado inicia o ano com valores em patamares altos. Para efeito de comparação, considerando os preços na granja, a média parcial de janeiro de 2020 está 62,2% maior que a média d
Na praça paulista o mercado está firme, com oferta restrita e menor necessidade de compra de gado por parte dos frigoríficos.
Destaque para Tocantins onde apurou-se a queda mais expressiva, 2,2%, considerando a média das regiões Norte e Sul do estado. A maior oferta de boiadas permitiu que as indústrias ofertassem preços aba
O cenário de forma geral é de mercado pressionado, e o consumo de carne relativamente menor tem sido o principal vetor de queda dos preços.
A cotação do boi gordo está estável na praça paulista. Vale destacar que há ofertas de compra acima da referência, mas o volume de negócios está pequeno.
Os incrementos na produção foram menores nos últimos meses comparativamente com a média para o período, o que manteve a concorrência entre as indústrias pela matéria-prima (leite cru). Para janeiro e
Para 2020, a oferta de animais para reposição deve continuar restrita e ditando o ritmo, com o ponto positivo de um cenário de compradores com maior poder de compra.
Em dezembro o preço do suíno na granja teve valorização de 12,0% frente ao mês anterior.
A boa demanda doméstica, por conta das festas de fim de ano, mantém os preços em alta. As exportações também seguem colaborando para o cenário positivo do mercado
Em novembro passado, com a venda de um boi gordo de 18@ comprava-se 1,20 boi magro, atualmente compra-se 1,35. Melhora de 11,8% no poder de compra do recriador/invernista
A pressão de baixa observada no mercado do boi gordo tem afastado os compradores no mercado de reposição e vem abrindo espaço para um maior volume de tentativas de compras abaixo das referências.
Melhora na demanda interna e abertura internacional são fatores positivos para a cadeia leiteira em 2020.
Entrevista com o economista, Sérgio Rangel Fernandes Figueira
Notícias Agrícolas
Mercado do leite: movimento de baixa continua no início de 2026
Receba nossos relatórios diários e gratuitos