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O movimento de pressão é marcado pelo excesso de oferta e pela demanda restrita.
Com vendas aquém do esperado no fim de semana, evidenciando a sazonalidade do fim de mês (quando a população está com menor poder aquisitivo), a terça-feira começou com a ponta compradora comprando menos e pressionando a cotação da arroba do boi gordo.
Mesmo com parte da população ainda aguardando o recebimento dos salários, as bonificações e as promoções contribuíram para melhorar as vendas no varejo.
Com a chegada dos salários da população em circulação nos próximos dias, é possível que a venda ganhe mais impulso e com isso novos ajustes positivos podem acontecer.
Mesmo estando em uma semana que conta com a entrada da massa salarial da população em circulação, o mercado se apresentou fraco.
Com as recentes altas nas cotações no mercado do boi gordo e os repasses para o mercado de carne bovina, o escoamento da carne no mercado interno, devido ao menor poder de compra da população nesse período do mês, travou. Dessa forma, a ponta compradora está realizando negócios para compor suas escalas de forma mais compassada. Sendo assim, o mercado está estável.
Com a chegada da metade de agosto, a tendência é de enfraquecimento da demanda interna por carne bovina, em função do menor poder aquisitivo da população. Conhecendo esse ciclo do mercado de carne, as
O período da Quaresma e, principalmente, o da Semana Santa, tem influenciado no consumo de carne bovina no mercado interno, além disso, o menor poder de compra da população, em função da última semana
Na última semana útil do mês, geralmente o consumo de carne bovina é menor devido a diminuição no poder aquisitivo da população e com a proximidade do feriado de “Sexta-feira Santa” que tende a diminu
População descapitalizada + final de mês = vendas travadas.
Para o curto prazo, a tendência é de queda no consumo interno de carne bovina, causada por uma maior restrição financeira da população, em função do final do mês
Redução no poder de compra da população pressiona os preços.
A dificuldade no escoamento da produção, agravada pela descapitalização da população nesta reta final de mês, permitiu novos recuos para a cotação da arroba.
Com o poder de compra da população comprometido, a preferência pelos cortes de dianteiro (mais baratos) e a maior exportação desses produtos têm ajudado a limitar a queda nos preços.
A dimensão desse impacto ainda não está clara e será tão maior quanto maior for a duração da quarentena obrigatória da população.
Apesar desta alta, o que deverá balizar os preços a partir desta segunda quinzena do mês será o consumo mais comedido da população e desvalorizações não são descartadas.
O ponto de virada, ou o propulsor para as cotações em 2019 está ligado ao desemprego e a renda disponível da população brasileira.
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