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É necessária uma análise de investimentos baseados em informações corretas e profundas, para não ser coagido pela “força do acho”
A menor demanda, tanto para o setor de biodiesel, como para o setor de higiene e limpeza, mantém o mercado do sebo pressionado.
Em algumas regiões o baixo volume de chuvas tem resultado em piora da qualidade das pastagens, fator que pode colaborar com o aumento da oferta de boiadas.
Com a desova de final de safra, recriadores e invernistas aumentaram a procura por reposição para fazer a troca.
Demanda baixa resulta em forte queda de preço do couro verde.
Com o pagamento dos salários na próxima semana, a expectativa é de que o consumo de carne bovina melhore.
É possível imaginar que estamos diante de uma baixa oferta estrutural de bois, potencializada pela retenção de fêmeas que caracteriza a fase de alta do ciclo pecuário e agravada por uma possível reten
O consumo de carne bovina no mercado interno perante a quarentena está conservador, com isso, as indústrias estão comprando do “bolso para a boca”.
Com as pastagens perdendo “força”, há maior concentração de vendas do boi gordo, o que caracteriza a desova de final de safra, consequentemente, os pecuaristas saem às compras para repor o rebanho.
Em curto prazo, mesmo diante da pressão de baixa no mercado do boi gordo, em função do fraco consumo de carne bovina no mercado doméstico, o que tem esfriado o mercado de reposição, a oferta restrita
Visando o desempenho do consumo interno de carne bovina, que segue fragilizado, a maior parte das indústrias mantém posição conservadora. Compra-se pouco e vende-se pouco.
A demanda no mercado interno está lenta e esse cenário deve se agravar ainda mais em função da entrada da segunda quinzena do mês, no qual a população fica menos capitalizada.
Tomando o início do ano como referência, considerando a média de todas as categorias de animais para reposição pesquisadas pela Scot Consultoria, a valorização foi de 5,5%. Já o boi gordo neste mesmo
Nas granjas paulistas, a caixa com trinta dúzias de ovos ficou cotada, em média, em R$109,50. No atacado, a caixa está sendo negociada, em média, em R$114,00.
As incertezas com relação à demanda deixam os compradores apáticos e com uma preocupação maior de não acumular estoques. Soma-se a isso, o fato de estarmos na segunda quinzena do mês, no qual as venda
Em janeiro/20, com a venda de um boi gordo de 18@ compravam-se 2,04 bezerros de ano, atualmente compram-se 2,02. Piora de 1,4% no poder de compra.
Receosos quanto ao cenário do boi gordo, recriadores/invernistas não estão negociando animais para reposição e as referências seguem praticamente sem alterações.
Os preços vigentes são os maiores já registrados na série, desde setembro de 2010, em valores nominais.
Embora não esteja abundante, a oferta de boiadas aumentou, e o que preocupa é o comportamento da demanda. Caso o consumo siga patinando, a maior disponibilidade pode contribuir com uma pressão de baix
Nas granjas de São Paulo, a ave terminada teve queda de R$0,10 por quilo, ou 3,3%, nos últimos sete dias, estando cotada, em média, em R$2,90 por quilo.
Os preços vigentes são os menores registrados este ano, tanto na granja como no atacado. A redução nas cotações desde o início do ano foi de 27,5% e 33,7% na granja e no atacado, respectivamente.
Os frigoríficos que garantiram o abastecimento da próxima semana, saíram das compras, os que abriram ofertas apregoaram R$15,00/@ abaixo da referência, mas com volume inexpressível de negócios.
Em janeiro/20, com a venda de um boi gordo de 18@ comprava-se 2,20 bezerros desmamados, atualmente compra-se 1,90, queda no poder de compra do pecuarista de 13,4%.
As escalas de abate atendem em média a quatro dias e a estratégia das indústrias permanece: abates em menor quantidade e cuidado nas compras, visando o comportamento do consumo interno de carne bovina
Com as pastagens ainda verdes e com a possibilidade de ainda poderem reter a boiada no pasto, os recriadores optam em aguardar um cenário mais claro para então voltar aos negócios.
As incertezas com relação à demanda, em função da quarentena, no qual existe uma queda na renda da população, aulas escolares suspensas e fechamentos de estabelecimentos (food service), deixam o ambie
Após uma semana com melhoria do volume de negócios, resultando no avanço das programações de abate, boa parte das indústrias saiu das compras na última sexta-feira (3/4).
O começo do mês ainda gera dúvidas com relação a melhora na demanda, em função do cenário conturbado no qual estamos passando.
Na última semana, a valorização nas granjas de São Paulo foi de 2,8%, com a caixa com trinta dúzias de ovos sendo negociada, em média, em R$109,50.
Em meio a crise do petróleo e do período de quarentena (devido a pandemia de covid-19), setor agropecuário brasileiro segue trabalhando firme para atender a demanda interna e para exportação.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
China e México impõem barreiras à carne
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