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No atacado, com a desaceleração nas vendas os preços cederam no período. A carcaça passou de R$4,20 por quilo, para os atuais R$4,10 por quilo.
O cenário no mercado de reposição permaneceu aquecido e em alta. A pouca oferta de animais de reposição na maior parte das praças pesquisadas pela Scot Consultoria justifica esse quadro.
A cotação do boi gordo subiu em 18 das 32 praças pesquisadas pela Scot Consultoria. A oferta restrita de boiadas mantém os compradores ativos.
Além da oferta restrita de boiadas e da exportação de carne bovina em alta, espera-se melhora do consumo, com as contratações de fim de ano e pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário.
Mesmo em uma sexta-feira, dia típico de baixa movimentação, o mercado segue o movimento de alta. Das trinta e duas praças pesquisadas pela Scot Consultoria, no fechamento de hoje o preço do boi subiu
A escassa disponibilidade de animais terminados no Rio de Janeiro tem mantido o mercado com preços firmes e as programações de abate das indústrias curtas.
Caso o ritmo das exportações continue, serão embarcadas 67,6 mil toneladas de carne in natura em outubro, recorde para o ano.
Os negócios a termo diminuem a demanda de parte dos frigoríficos, mas também reduz a oferta de gado no mercado spot.
Boi magro valoriza 8,1% nos últimos trinta dias.
Compradores se animam com o retorno das chuvas.
A pouca disponibilidade de animais na maior parte do estado tem resultado em valorizações contínuas nas categorias de reposição. Em média, desde janeiro a alta acumulada foi de 14,5%.
Mercado do boi gordo está em trajetória de alta. As cotações subiram em 14, das trinta e duas praças monitoradas pela Scot Consultoria. Desde o início de outubro, o preço subiu em todas as praças.
As maiores altas aconteceram no Oeste do Maranhão, Paragominas-PA e Acre, cujas altas foram de 5,1%, no período, nas três regiões.
Os preços subiram em oito das trinta 32 praças pesquisadas pela Scot Consultoria.
No atacado, com os compradores mais cautelosos em seus pedidos, visando não acumular estoques e, considerando que o consumo já desacelerou, os preços recuaram nos últimos sete dias.
Na comparação com a semana anterior, os preços dos animais de reposição tiveram novo aumento, considerando os machos anelorados de todos os estados pesquisados.
Parte das indústrias aguarda um posicionamento mais claro do mercado para definir os preços de balcão.
As altas foram puxadas, principalmente, por Goiás e Minas Gerais, onde cada categoria valorizou, em média, 1,1%.
No mercado do boi gordo, a oferta restrita de boiadas menor do que a demanda mantém as cotações firmes. Vale destacar o mercado futuro, que tem apontado valorizações interessantes para o mercado do bo
O mercado externo deve seguir com a demanda aquecida e também existe a projeção de aumento no consumo no mercado doméstico com a proximidade do final do ano.
Atualmente, na região oeste de Santa Catarina, o boi gordo está cotado, em média, em R$153,50/@, a prazo e livre de Funrural. Alta de 3% em relação ao início do mês.
Bezerro de ano valoriza 14,9% desde janeiro.
O mercado do boi gordo está com os preços em alta.
Das trinta e duas praças pecuárias monitoradas pela Scot Consultoria, os preços subiram em nove. Inclusive em São Paulo, onde as referências de todas as categorias aumentaram.
Em outubro passado, com a venda de um boi gordo de 18@ compravam-se 1,92 bezerros de ano, atualmente compram-se 1,77.
Cotações estáveis para o boi gordo e para a vaca gorda em São Paulo. No fechamento de hoje, somente o preço da novilha subiu no estado.
Mesmo com a entrada da segunda quinzena, período com consumo mais ameno, a oferta restrita de boiadas mantém as cotações firmes.
A adubação nitrogenada das pastagens proporciona muitos benefícios, entre eles, o aumento de produção da forragem e a melhora de sua qualidade.
No último dia 10/10 a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou o primeiro levantamento da safra 2019/2020. Além disso, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou o re
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
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