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Coproduto do etanol de milho pode substituir ingredientes convencionais e contribuir para ganhos de desempenho e eficiência em sistemas de recria e terminação.
A terminação intensiva a pasto permite aproveitar o potencial produtivo das pastagens, aumentar a produção de arrobas por hectare e melhorar o desempenho dos bovinos.
Genética, manejo e escolha da forrageira precisam estar alinhados para transformar produtividade da pastagem em resultado econômico.
Como o pecuarista pode se preparar para a seca sem perder a qualidade das pastagens e o desempenho animal e garantir uma boa rebrota nas águas.
Entre restrições de oferta, desafios na cria e demanda global crescente, líderes da cadeia veem um mercado mais valorizado, mas que exige coordenação e confiança.
A estratégia do Brasil para acessar novos mercados diante adversidades possíveis em outras nações e a posição da ABIEC na divulgação da carne brasileira e na negociação com países na mira.
Com pressão sobre a reposição, alta do boi magro e sistemas mais intensivos, a recria se consolida como etapa decisiva para reduzir idade ao abate e ampliar a produção de arrobas por hectare.
Avanços na produção in vitro de embriões, programação fetal e retenção de fêmeas impactam a oferta de bezerros e a produtividade do rebanho.
Os dados do Circuito Cria, levantamento técnico de campo realizado pela Scot Consultoria, mostram que manejo, nutrição e planejamento reprodutivo são os pilares que diferenciam os sistemas mais competitivos na fase de cria.
Estudos conduzidos na Esalq/USP mostram ganhos consistentes em desempenho e eficiência alimentar com inclusão de DDG/DDGS e WDG/WDGS, reforçando o papel estratégico desses coprodutos no avanço da terminação e da recria no Brasil.
Alcides Torres detalha suas expectativas para o mercado agropecuário em 2026.
Cenário de preços voláteis, exportações recordes e avanços estruturais marcou um ano de transição e reposicionamento do setor pecuário.
Em 2025, as propriedades mapeadas pelo Confina Brasil apresentaram crescimento médio de 18,4% no volume de gado confinado, superando em 6,5 p.p. a estimativa nacional da Scot Consultoria, de 11,9%.
Após visitas em fazendas referência, o Circuito Cria conta o que acompanhou e como os pecuaristas estão solucionando problemas comuns.
Juliano Fernandes, professor da UFG, destaca, no primeiro bloco, o papel estratégico dos coprodutos do etanol, a valorização da pecuária nacional e as perspectivas de novas oportunidades.
Cada vez mais produtores têm buscado se proteger da volatilidade e se posicionar de forma mais estratégica frente ao mercado.
Marcos Jank analisa as oportunidades e riscos do Brasil no cenário global do agronegócio, destacando o protagonismo da pecuária, os desafios do Mercosul e a dependência da China.
Marcos Jank analisa o cenário da carne bovina no Brasil, destacando as oportunidades de agregar valor à produção, com um foco nas transformações estruturais e desafios que o setor enfrenta no mercado global.
Luiz Venturi detalha a implementação da ordenha robotizada e como as novas tecnologias podem melhorar a produção e diminuir os custos.
Sidnei Maschio conversa com Julia Zenatti sobre os desafios e inovações da intensificação da produção na pecuária, com foco na recria e no confinamento.
Pedro Gonçalves analisa o cenário atual do ciclo pecuário, destacando a influência da oferta de fêmeas para abate e as expectativas para os próximos anos.
Os próximos passos já estão definidos: em 2025, exploraremos o "BERÇO DA PECUÁRIA", e, em 2026, seguiremos "NO RASTRO DO BEZERRO"
O ano típico na agropecuária, é sempre um ano atípico e, 2024, não foi diferente!
Benchmarking foi lançado no dia 12 de dezembro e reúne dados da pecuária intensiva brasileira, abordando a realidade dos confinamentos mapeados na 5ª edição da pesquisa.
A equipe da pesquisa expedicionária deu início à sua quarta rota, explorando a pecuária intensiva no Nordeste brasileiro.
O manejo ambiental na pecuária vai além da adoção de tecnologias avançadas, é sobre incorporar práticas simples e sustentáveis no dia a dia das fazendas.
Descubra como o DDG, coproduto do milho produzido no Brasil, está conquistando mercados globais e se destacando como um verdadeiro ‘ouro’ na indústria agropecuária.
A exportação de bois vivos atinge nichos importantes de mercados não atendidos pelas indústrias frigorificas, pelas suas exigências de preceitos religiosos no abate e o costume de consumir carne fresca.
O cenário macro tem sido fonte de muita volatilidade, tanto por conta de eventos geopolíticos, quanto pelas mudanças estruturais em curso no Brasil
O agronegócio não é contra o bem-estar animal, seja por altruísmo, ideologia ou capitalismo, porque o bem-estar animal nos traz benefício econômico
Entrevista com a administradora de empresas,Luiza Pezzoni
Notícias Agrícolas
Arroba tem motivo para novas altas em novembro com oferta restrita e demandas crescentes na exportação e no mercado interno
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