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Em 2025, a cotação do arroz caiu e ficou abaixo dos preços de 2024. Nesses primeiros dois meses de 2026, a tendência de queda continuou, mas com possibilidade de recuperação.
O destaque de aumento das posições em aberto na semana entre 12 e 19 de fevereiro foi o de maio, com alta de 1.154 contratos.
O número de contratos em aberto para o vencimento em março de 2026 foi o que apresentou a maior alta entre os dias 5 e 12 de fevereiro, com aumento de mais de 2,3 mil posições.
Após o <em>rally</em> de alta e um mercado firme em 2025, o clima favorável e a apreciação do real pressionaram a cotação.
O número de contratos em aberto para o vencimento em março de 2026, foi o que apresentou a maior alta entre os dias 29 de janeiro e 5 de fevereiro, com aumento de mais de 2,4 mil posições.
O mercado futuro pode continuar subindo, pode estacionar nessa região de preços ou até cair! Ninguém sabe o que vai acontecer, e o mercado é soberano!
O número de contratos em aberto para o vencimento em março de 2026 foi o que apresentou a maior alta entre os dias 22 e 29 de janeiro, com aumento de mais de 4,0 mil posições.
O “miolo” do primeiro semestre tende a perder força em abril/maio com frequência bem alta, enquanto março costuma ser o melhor ponto.
Garantir esse ágio agora é monetizar a eficiência do mercado futuro antes que a convergência natural dos preços feche essa janela de oportunidade.
Os contratos em aberto, para vencimento em fevereiro de 2026, subiram de 11.523 posições para 12.167, entre os dias 15 e 22 de janeiro.
Os contratos, para vencimento em fevereiro de 2026, subiram de 8.701 posições em aberto para 11.523, do dia 8 ao dia 15 de janeiro.
Amigos, quem vive a pecuária no dia a dia sabe que cada ano tem sua história, mas existe um momento que, silenciosamente, sempre entrega o sentimento real do mercado: o final da primeira quinzena de janeiro. É ali que o mercado costuma revelar suas cartas.
O contrato para vencimento em fevereiro de 2026, por exemplo, subiu de 4.218 posições em aberto em, 26 de dezembro, para 8.701 em 8 de janeiro.
Quem toma decisão na emoção, geralmente tende a fazer negócios ruins!
Se juntarmos a análise fundamentalista e a análise técnica, teremos a possibilidade de obter um resultado melhor.
O contrato para vencimento em dezembro apresentou, em 12/12, 18.286 posições em aberto na B3, acumulando a terceira semana consecutiva de queda.
O número de contratos em aberto segue abaixo de 40,0 mil em dezembro, ainda distante do que foi observado nos meses anteriores.
Mais do que nunca, é hora de olhar para a curva com olhos de gestor e não apenas de produtor.
No início de dezembro (4/12), o número de contratos em aberto no mercado futuro do boi gordo na B3 caiu para abaixo de 40,0 mil posições, refletindo o encerramento dos negócios de novembro e a redução no volume de contratos abertos para o vencimento de dezembro de 2025.
Não espere o mercado começar a correr para pensar em seguro de preço. Se a volatilidade está dormindo, talvez seja justamente a hora de você acordar para o hedge.
O mercado futuro do boi gordo segue precificando estabilidade para dezembro (em relação ao físico) e uma recuperação a partir de 2026.
No fim das contas, o físico ancora, o futuro sinaliza e os dois se conversam o tempo todo. A diferença está em como você reage a essa conversa.
Interesse tem migrado para o contrato de dezembro de 2025, enquanto o deslocamento entre a B3 e o mercado físico do boi gordo exige cautela nas decisões.
Segundo Alcides Torres, da Scot Consultoria, a notícia sobre as novas medidas da China em relação à importação de carne bovina e seus impactos no mercado brasileiro pressionou a B3 por afetar diretamente a indústria exportadora, especialmente pelo corte de crédito aos importadores chineses, considerado o ponto mais preocupante.
Um olhar para a margem da indústria frigorífica e o potencial para o preço da arroba do boi gordo no fim de 2025.
O contrato para vencimento em novembro apresentou, em 13/11, 15.461 posições em aberto na B3, queda de 19,2% frente à semana anterior.
Você prefere estar dentro do elevador na queda ou suavizar a queda de preços usando um paraquedas (ferramentas de proteção – hedge)?
Com as exigências de mercado e as boas perspectivas para a pecuária em 2026, os boitéis podem ser estratégicos para garantir margem e dar suporte ao pecuarista em mão de obra e infraestrutura.
Isso apenas reforça o cuidado com o mercado futuro e mostra que as oscilações na B3, cada vez mais comuns, devem ser avaliadas com cautela, pois o mercado físico segue firme.
Entrevista com o professor doutor da Universidade de São Paulo (USP), Flávio Augusto Portela Santos
Notícias Agrícolas
Boi gordo mantém fôlego após o Carnaval e mercado segue comprador, avalia Scot Consultoria
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