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Após as altas da semana anterior, a segunda-feira começou sem alteração nas cotações. Os frigoríficos aguardam uma melhor posição do mercado para negociar, e aqueles que tentaram comprar abaixo da referência encontraram dificuldade em fechar negócio.
O mercado do boi gordo encerrou a última semana em estabilidade na maior parte do país, segundo análise de Gustavo Duprat, engenheiro agrônomo e analista de mercado da Scot Consultoria.
Os preços no mercado do boi gordo registraram alta nos primeiros dez dias de outubro. As exportações das três proteínas tiveram desempenho positivo em setembro.
Na última semana, as escalas de abate das indústrias paulistas começaram a encurtar.
Após a alta nos preços do boi registrada no dia anterior, o mercado permaneceu estável no dia seguinte, inclusive para a cotação da novilha gorda. Já a cotação da vaca gorda apresentou um aumento de R$2,00/@.
O mercado do boi gordo iniciou outubro com preços firmes e tendência de alta, após um setembro mais frouxo.
Começo de mês traz fôlego ao mercado do boi gordo.
O cenário apresentou redução nas ofertas, que antes eram abundantes, embora alguns frigoríficos ainda contassem com boa disponibilidade de bovinos de confinamento.
O início do mês traz fôlego ao mercado do boi gordo. Para o produtor de leite, o cenário deve seguir pressionado até o final do ano. No clima, as chuvas estão no radar.
O mercado esteve dividido em dois cenários. As indústrias frigoríficas voltadas ao mercado externo trabalharam com escalas mais alongadas.
Outubro está sendo marcado por muita troca de experiências e compartilhamento de informações estratégicas em diferentes estados do país.
O cenário ainda era de mercado bem ofertado em grande parte do estado, com presença significativa de bovinos de confinamento nas escalas de abate dos frigoríficos e com escoamento de carne bovina ainda moroso.
Em 5/9 (sexta-feira), Alcides Torres e Felipe Fabbri participaram de um bate-papo com a equipe de revendedores da BRA Agroquímica, onde conversaram sobre as expectativas para o mercado do boi gordo até o fim de 2025.
Com as escalas tranquilas e com o fraco escoamento de carne, alguns frigoríficos ficaram fora dos negócios na terça-feira. Os que abriram as compras aproveitaram a boa oferta e negociaram abaixo das referências do dia anterior, com exceção da vaca, cuja cotação não mudou.
O mercado abriu esta segunda-feira com poucos negócios. Algumas indústrias ainda estavam decidindo como seriam as ofertas de compra com base nas vendas do fim de semana, enquanto outras estavam fora do mercado.
Após quedas consecutivas, mercado do boi gordo pode ter encontrado o piso de preços pagos ao produtor em setembro.
A cotação permaneceu estável para todas as categorias na comparação diária. A oferta de bovinos para abate foi boa; com isso, os compradores ainda operaram com escalas de abate confortáveis, e parte deles ficou fora das compras.
O ritmo de negócios do mercado estava moroso e frio. Algumas indústrias, com escalas satisfatórias, permaneciam fora das compras e aguardavam como seria o mercado nos próximos dias.
Com as escalas confortáveis e o escoamento lento da carne, grande parte das indústrias não comprou, o que manteve as cotações estáveis.
O aumento de 15,5% na produção de doses de sêmen reforça o papel da genética e da inseminação artificial como insumos essenciais para a melhoria da eficiência reprodutiva e a sustentabilidade da pecuária de corte.
Apesar da entrada em vigor da tarifa norte-americana à carne bovina, a exportação está firme. Destaque para a Indonésia, que aumentou o número de fornecedores brasileiros e, para o México, que também deve fazê-lo em breve.
Após iniciar setembro com preços firmes, a demanda por carne bovina esteve aquém das expectativas, a oferta confortável para o período e, as escalas avançaram, com isso, o mercado do boi gordo esteve pressionado ao longo da primeira quinzena de setembro. O mercado seguirá pressionado nas próximas semanas?
O mercado seguiu bem ofertado, mas a semana começou sem grandes movimentações. Parte das indústrias frigoríficas se manteve fora das compras, enquanto aquelas que abriram negociações trabalharam com as referências da semana anterior, aguardando melhores posicionamentos para possíveis ajustes nos preços.
A oferta de bovinos para abate esteve confortável, e parte dos compradores relatou escalas mais alongadas nesta quinta-feira. Esse cenário desacelerou as negociações, com os compradores aguardando maior clareza quanto ao desempenho do consumo de carne bovina ao longo da semana.
No começo da semana, a maior disponibilidade de boiadas pressionou a cotação. Entretanto, hoje, o mercado do boi gordo continuava bem ofertado, mas sem alteração nas referências de preço de todas as categorias.
A demanda global por carne aumenta ano a ano e, mesmo com as restrições dos EUA, o Brasil mantém o protagonismo na exportação e é referência de competitividade no mercado mundial.
A menor disponibilidade de bovinos sustentou os preços da arroba.
De um lado, houve indústrias que aproveitaram a maior oferta de bovinos na semana e alongaram suas escalas, em média, para 10 dias. Essas, por cautela, optaram por se retirar das compras na sexta-feira.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
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