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Apesar do menor ritmo nas vendas de carne, típico da última semana do mês, com os produtores retendo a boiada e buscando realizar melhores negócios, as ofertas diminuíram, permitindo alta na cotação, com exceção da cotação da vaca, que seguiu estável.
O mercado do boi gordo iniciou a semana com preços estáveis na praça paulista. O ritmo das negociações foi mais lento, refletindo a cautela dos frigoríficos, que aguardavam os resultados das vendas do fim de semana.
O comportamento das chuvas no auge do crescimento vegetativo define o potencial produtivo dos canaviais do Centro-Sul.
As negociações iniciaram esta terça-feira em linha com o observado ontem, com negócios ocorrendo em ritmo lento e compassado.
As negociações iniciaram esta terça-feira em linha com o observado no dia anterior, com negócios ocorrendo em ritmo lento e compassado. A menor oferta de boiadas continuou, e não houve informações de concessões dos vendedores em negociações abaixo das referências.
Em São Paulo, nesta semana, para os machos houve queda na categoria mais pesada, enquanto para as fêmeas a queda foi na categoria mais leve.
Com o final do mês se aproximando, as vendas perderam fôlego, mas as cotações, em parte dos segmentos, apresentaram ajustes positivos.
Vendas retraídas mantêm o mercado pressionado.
Estabilidade de preços para o sebo, com a demanda pelo produto como matéria-prima para o biodiesel em ritmo lento. O couro bovino também permaneceu estável, mesmo com exportações aquecidas.
Avanço da colheita no Brasil, revisão altista de oferta pelo USDA e estoques elevados no mercado global pressionam os preços e limitam espaço para valorização no primeiro semestre.
Oferta global recorde e estoques elevados estão pressionando os preços, mas a entressafra doméstica pode sustentar os preços no primeiro semestre.
As referências de preço continuam as mesmas que estavam vigentes na sexta-feira para todas as categorias, entretanto, houve negócios na sexta-feira à tarde e hoje acima das referências, notadamente na casa dos R$325,00/@ para o “boi China”, mas foram poucos.
As referências de preço continuaram as mesmas que estavam vigentes na sexta-feira para todas as categorias, entretanto, houve negócios na sexta-feira à tarde e hoje acima das referências, notadamente na casa dos R$325,00/@ para o “boi China”, mas foram poucos.
Relação de troca desfavorável pressiona a reposição, apesar da demanda firme.
Após alta observada no final de 2025, janeiro encerra sua penúltima semana com estabilidade nos preços na região.
Distribuição das chuvas segue desigual no fim de janeiro, com destaque para volumes mais elevados no Centro-Norte e restrição hídrica no Sul.
Os contratos em aberto, para vencimento em fevereiro de 2026, subiram de 11.523 posições para 12.167, entre os dias 15 e 22 de janeiro.
Mesmo no fim de janeiro, pastagens em boas condições e bom escoamento interno e externo sustentam o mercado.
A semana termina com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia. A alta foi sustentada pela oferta mais curta de boiadas. Com menos bovinos disponíveis, a ponta vendedora ganhou poder de negociação.
A semana terminou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia.
Cenário de oferta ajustada, exportações resilientes e valorização da reposição sustenta expectativa de um novo ciclo de alta ao longo de 2026.
Embarque de bovinos vivos supera o volume registrado em 2024.
Segundo semestre de 2025 foi marcado por um aumento de 30,0% dos recursos, quando comparado ao mesmo período do ano passado.
Se, na semana passada, havia negócios ocorrendo abaixo da referência, nos últimos dias isso não é mais verdade, e todos os negócios ocorrem dentro delas. Houve grande resistência da ponta vendedora, e as unidades frigoríficas tiveram que aumentar o valor das ofertas de compras para adquirirem boiadas.
Em sistemas intensivos, como em confinamentos de bovinos, a eficiência depende de gente, da nutrição, da sanidade e do manejo.
Os vendedores estão retraídos, reduzindo a oferta no mercado. No entanto, o escoamento de carne ocorre em ritmo mais lento, comportamento esperado para este período do mês, o que sustenta as cotações.
Os vendedores estiveram retraídos, reduzindo a oferta no mercado. No entanto, o escoamento de carne ocorreu em ritmo mais lento, comportamento esperado para o período do mês, o que sustentou as cotações.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos. Com o consumo mais fraco, as indústrias voltadas ao mercado doméstico negociam com mais cautela.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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