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Em 2025, as 17 empresas e cooperativas que participaram do levantamento somaram 11,0 bilhões de litros captados, aumento de 6,5% frente a 2024, enquanto o número de produtores caiu 3,2%.
Litros de diesel S10 por saca de milho, em Campinas-SP
Após um 2025 desafiador, com queda nos preços e pressão sobre as margens, o mercado do leite inicia 2026 com sinais de recuperação, mas ainda tímida.
Conheça os patrocinadores e apoiadores que estarão presentes no evento que acontece de 7 a 10 de abril.
Em meio ao cenário de instabilidade global, o etanol é um importante mecanismo de proteção frente às incertezas.
A meta para este ano (2026) está 19,0% maior que a de 2025, considerando o aumento das misturas de biocombustíveis e a ampliação das obrigações de descarbonização.
O período chuvoso favorece o aumento de doenças típicas de climas quentes e úmidos, como a tristeza parasitária, podendo dar prejuízos ao produtor.
A dessecação com herbicidas é uma ferramenta cuja finalidade é uniformizar a lavoura, antecipar a colheita, otimizar o tempo e reduzir perdas.
Mais do que bem-estar animal, lona de sombreamento é um insumo estratégico para ter eficiência hídrica, desempenho zootécnico e sustentabilidade nos confinamentos.
Comparativo entre adubos simples e formulados NPKS: vantagens, custos e estratégias para alcançar metas de produtividade.
O mercado do leite entra em 2026 com um cenário que exige atenção.
Preços do sebo recuam, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Alta do milho, safra abundante, prêmios firmes para a soja e avanço do etanol de milho criam um novo ambiente competitivo que deve influenciar custos e estratégias no próximo ano.
Alta na oferta de couro e sebo bovino, demandas distintas entre os mercados.
Cadeia produtiva defende a retomada, pelo governo brasileiro, da análise antidumping contra produto oriundo de países do Mercosul.
Boletins regionais orientam a adubação de pastagens, mas apresentam limitações frente à complexidade dos sistemas produtivos e à dinâmica da fertilidade do solo.
Apesar da maior atratividade em relação ao óleo de soja e da demanda interna aquecida, os preços do sebo recuaram. Para o mercado de couro bovino, a estabilidade persiste.
Sebo bovino registra preços estáveis e queda nas exportações. O couro também se mantém estável, porém apresenta um cenário de maior volume exportado e menor faturamento.
Sebo bovino com preços firmes e tendência de alta. Já o couro está estável, mas pressionado pela oferta elevada e demanda fraca.
Preços em alta para o sebo bovino, sustentados pela demanda aquecida para o biodiesel e pelas exportações. Couro estável e com preços baixos, devido a maior oferta e à fraca demanda.
Durante o Encontro de Intensificação de Pastagens, especialista da Scot Consultoria destaca os principais fatores que sustentaram preços e impulsionaram a demanda no ciclo 2024/2025.
Menor produção para o segundo semestre, e estabilidade dos preços do sebo bovino, sustentados pela demanda firme do mercado interno e exportações.
Captação formal de leite foi recorde no primeiro semestre de 2025, impulsionada por margens favoráveis.
A estabilidade de preços do sebo bovino no curto prazo é sustentada pela oferta contida, pelo aumento nas exportações e pela maior demanda do mercado interno.
Estabilidade de preços no curto prazo é sustentada por oferta contida, com queda na produção de sebo e uma demanda aquecida no mercado interno.
O momento é o mais adequado para a compra de herbicida. Mas, como está o poder de compra do pecuarista?
A estabilidade de preços no curto prazo é sustentada por queda na produção de sebo e oferta contida de couro.
Em julho, as exportações aquecidas e a alta demanda para o biodiesel sustentaram os preços do sebo. O preço do couro, segue pressionado pelo excesso de oferta e demanda fraca.
Recuo no preço do milho maior que os movimentos dos produtos processados sustentou a margem das indústrias de etanol de milho.
Exportações aquecidas em julho e a alta demanda no mercado interno sustentam os preços do sebo. O preço do couro, impulsionado pela boa oferta e menor faturamento das exportações, por outro lado, está sob pressão de queda.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, Felipe Bortolotto
Canal do Boi
Mercado do boi gordo pressionado e em alerta quanto as influências do clima nas pastagens
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