1396 resultado(s) encontrado(s)!
A oferta restrita de animais é observada na maior parte das praças brasileiras. As indústrias frigoríficas encontram dificuldades em compor as escalas e estão pulando dias de abate ou diminuindo o aba
Mesmo com ritmo lento nas negociações, as indústrias frigoríficas abriram o mercado na última sexta-feira (27/11), pagando R$1,00/@ a menos na comparação diária. Com a queda de 0,4%, a arroba do boi g
Por mais um dia, as indústrias abriram as negociações derrubando os preços, ofertando R$5,00/@ a menos na comparação diária, com alguns frigoríficos fora das compras na última quinta-feira (26/11).
Em São Paulo, mesmo com poucos negócios, as indústrias frigoríficas abriram a última quarta-feira (25/11) derrubando os preços e pagando R$2,00/@ a menos pelo boi gordo na comparação diária. Com a que
Em boa parte das praças pecuárias o cenário é de “toma lá, dá cá”. As indústrias frigoríficas com preços mais baixos desde a última semana receberam em resposta uma diminuição nas ofertas de boiadas,
Com escalas ligeiramente melhores e o feriado em parte do Brasil (Consciência Negra), algumas indústrias frigoríficas estiveram fora das compras, o que influenciou no ritmo dos negócios.
Com escalas curtas e com a virada do mês, as indústrias frigoríficas paulistas abriram a última quarta-feira (28/10) pagando mais pelo boi gordo.
Em São Paulo, acompanhando a ponta final da cadeia, cujo consumo está calmo e com escalas tranquilas (relativamente aos últimos dias) as indústrias negociam com tranquilidade.
Apesar do aumento gradual da oferta de boiadas confinadas na última semana, o volume ofertado não supriu a demanda das indústrias, pressionando positivamente os preços da arroba na última sexta-feira
Em São Paulo, a pouca oferta de boiadas e as compras cadenciadas das indústrias, com cinco dias úteis de escala em média, deram sustentação aos preços.
No auge da pandemia, o faturamento caiu 90% em abril e 78% em junho
Em São Paulo, as escalas de abate enxutas, em média atendendo três dias úteis, fez com que os testes a preços menores pelas indústrias paulistas não ganhassem corpo.
Embora no fechamento da última sexta-feira parte das indústrias tiraram o pé do acelerador, o início de mês, com o recebimento dos salários, associado a oferta limitada de boiadas desenha um cenário f
Embora a calmaria, a expectativa é de que a melhora no escoamento de carne bovina nos próximos dias com o recebimento dos salários possa trazer mais força para o mercado do boi.
Poucos compradores ativos e boa parte das indústrias frigoríficas fora das compras.
O consumo de carne bovina no mercado interno perante a quarentena está conservador, com isso, as indústrias estão comprando do “bolso para a boca”.
Visando o desempenho do consumo interno de carne bovina, que segue fragilizado, a maior parte das indústrias mantém posição conservadora. Compra-se pouco e vende-se pouco.
As escalas de abate atendem em média a quatro dias e a estratégia das indústrias permanece: abates em menor quantidade e cuidado nas compras, visando o comportamento do consumo interno de carne bovina
Após uma semana com melhoria do volume de negócios, resultando no avanço das programações de abate, boa parte das indústrias saiu das compras na última sexta-feira (3/4).
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
Notícias Agrícolas
Confinamento com 10 milhões de cabeças em 2026
Receba nossos relatórios diários e gratuitos