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A queda nos preços do boi gordo, observada entre dezembro e janeiro na região, deu lugar a um movimento de alta na primeira semana de fevereiro.
O ágio entre o bezerro de desmama e o boi gordo caiu 1,9% em relação a janeiro. No entanto, na comparação anual, frente a fevereiro do ano passado, o ágio subiu 74,6%.
Após as altas de R$1,00/@ para o boi gordo e de R$2,00/@ para as fêmeas e o “boi China”, ontem (2/2), primeiro dia útil de fevereiro - nesta terça-feira os preços não mudaram.
Após as altas de R$1,00/@ para o boi gordo e de R$2,00/@ para as fêmeas e o “boi China”, na segunda-feira (2/2), primeiro dia útil de fevereiro - na terça-feira os preços não mudaram.
Diante da menor oferta de fêmeas no mercado, o entendimento da Scot Consultoria é de sustentação nos preços da arroba, com potencial para altas.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia. A alta está fundamentada na queda da oferta de boiadas e na demanda firme por carne bovina no mercado para exportação.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia.
Em São Paulo, nesta semana, para os machos houve queda na categoria mais pesada, enquanto para as fêmeas a queda foi na categoria mais leve.
Nesta semana, quem precisou comprar teve que pagar preços mais altos do que os registrados na última semana para seis das oito categorias monitoradas.
A semana termina com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia. A alta foi sustentada pela oferta mais curta de boiadas. Com menos bovinos disponíveis, a ponta vendedora ganhou poder de negociação.
A semana terminou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia.
Nesta semana, em São Paulo, as quatro categorias de fêmeas aneloradas registraram alta. Entre os machos, apenas o garrote apresentou valorização.
Para os machos, alta apenas para o bezerro desmama e queda nas demais categorias, para fêmeas o inverso, com alta na vaca magra e queda para as outras categorias.
A maior participação de fêmeas nos abates SIF reflete dois fatos significativos na pecuária brasileira. Entenda quais.
Compras interestaduais sustentaram os preços, mas desaceleração recente afetou as cotações.
A expectativa do mercado é de redução dos abates e menor oferta de boiadas e consequentemente menor produção de carne.
Alcides Torres detalha suas expectativas para o mercado agropecuário em 2026.
No último dia útil do ano a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” caiu R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação feita dia a dia.
No último dia útil do ano, a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” recuou R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
Cenário de preços voláteis, exportações recordes e avanços estruturais marcou um ano de transição e reposicionamento do setor pecuário.
Para os machos, alta na cotação do garrote e queda nas categorias do boi magro e jovens. Para as fêmeas, a cotação subiu em todas as categorias.
Segundo dados do IBGE, em 2025 o abate de fêmeas superou o volume de machos pela primeira vez na história!
A exportação para outros estados vinha sustentando a cotação da reposição no Acre, mas a desaceleração recente derrubou o preço na comparação feita semana a semana.
O número de contratos em aberto segue abaixo de 40,0 mil em dezembro, ainda distante do que foi observado nos meses anteriores.
A maior participação de fêmeas também está conectada ao avanço das premiações, especialmente para carnes <em>premium</em>.
Apesar da cotação firme para os machos, a cotação das fêmeas caiu na semana; porém, no comparativo feito mês a mês, subiram.
A primeira semana de dezembro chegou trazendo um cenário de estabilidade às fêmeas e alta para o boi gordo.
Em 2025, as propriedades mapeadas pelo Confina Brasil apresentaram crescimento médio de 18,4% no volume de gado confinado, superando em 6,5 p.p. a estimativa nacional da Scot Consultoria, de 11,9%.
Após visitas em fazendas referência, o Circuito Cria conta o que acompanhou e como os pecuaristas estão solucionando problemas comuns.
Os preços na região gaúcha continuam firmes para esta semana, com um mercado bem ofertado e aquecido.
Entrevista com a gerente de relações internacionais na União Nacional do Etanol de Milho (UNEM)., Andréa Veríssimo
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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