3781 resultado(s) encontrado(s)!
O que muda para o Brasil?
Notícia acende alerta no Brasil.
Um ano de águas turbulentas, mas que conquistou resultados recordes.
China não incluiu Brasil na lista de países isentos à potencial aplicação de salvaguardas; setor brasileiro aguarda atualização do processo.
Cenário de preços voláteis, exportações recordes e avanços estruturais marcou um ano de transição e reposicionamento do setor pecuário.
A disparada do preço do enxofre, insumo-chave na cadeia dos fosfatados, já provoca paralisações industriais e amplia as incertezas sobre a oferta e os preços dos fertilizantes no mercado brasileiro.
Volume total de carne bovina destinada para a China, em milhões de toneladas, e participação chinesa na exportação brasileira de carne bovina, em porcentagem (%).
O mercado está desacelerado em função dos feriados de fim de ano, com parte das indústrias fora das compras e escalas de abate para o início de 2026. Ao mesmo tempo, as vendas de carne seguem boas e a oferta de boiada permanece reduzida.
O Brasil enviou ao exterior 113,1 mil cabeças de gado, a maior quantidade para o mês dos últimos cinco anos.
As ofertas atendem à procura, e o escoamento da carne está firme, o que mantém o mercado equilibrado.
Preços do sebo recuam, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
As ofertas atenderam à procura, e o escoamento da carne manteve-se firme, o que manteve o mercado em equilíbrio.
O aumento da quantidade exportada não impediu a queda no faturamento, que esteve pressionado pelo excesso de oferta, cenário pode mudar em 2026 com a expectativa de redução do abate.
No terceiro trimestre, foram curtidas 10,2 milhões de unidades, um crescimento de 19,8% frente ao mesmo trimestre de 2024.
Uma parte dos compradores está com escalas prontas para o começo da segunda semana de janeiro e testam preços menores, mas sem negócios concretizados.
Uma parte dos compradores estava com escalas prontas para o começo da segunda semana de janeiro e testavam preços menores, mas sem negócios concretizados.
Ao longo da primeira semana de dezembro, o mercado registrou altas de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”.
Ao longo da primeira semana de dezembro, o mercado registrou altas de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”. Para a vaca e a novilha, a cotação não mudou.
Levantamento da Scot Consultoria revela que 78,8% dos confinadores estão otimistas e esperam aumentar número de bovinos em 2026.
No fim das contas, o físico ancora, o futuro sinaliza e os dois se conversam o tempo todo. A diferença está em como você reage a essa conversa.
Safra histórica e maior área coberta com defensivos agrícolas, com destaque para soja e milho, impulsionam a importação de fungicidas.
Ainda há um cenário de indecisão entre os compradores, pois uma parte encontra-se sem preços para adquirir boiadas e, por outro lado, as indústrias que estão nas compras ofertaram valores menores do que as referências aqui descritas.
Ainda existia um cenário de indecisão entre os compradores, pois uma parte encontrava-se sem preços para adquirir boiadas e, por outro lado, as indústrias que estavam nas compras ofertaram valores menores do que as referências aqui descritas.
Governo chinês vê complexidade na avaliação e nova data fica para 26 de janeiro
O Brasil exportou 847,4 mil bovinos de janeiro a outubro.
Segundo Alcides Torres, da Scot Consultoria, a notícia sobre as novas medidas da China em relação à importação de carne bovina e seus impactos no mercado brasileiro pressionou a B3 por afetar diretamente a indústria exportadora, especialmente pelo corte de crédito aos importadores chineses, considerado o ponto mais preocupante.
Um olhar para a margem da indústria frigorífica e o potencial para o preço da arroba do boi gordo no fim de 2025.
Apesar da incerteza decorrente do potencial de mudança nas salvaguardas de importação chinesa, o mercado físico manteve-se com preços estáveis. A maioria dos frigoríficos segue mantendo as ordens de compra, dada a oferta ajustada de bovinos.
Apesar da incerteza decorrente do potencial de mudança nas salvaguardas de importação chinesa, o mercado físico manteve-se com preços estáveis. A maioria dos frigoríficos manteve as ordens de compra, dada a oferta ajustada de bovinos.
Entrevista com o médico-veterinário, Sérgio Soriano
AgroMais
Boi gordo encerra maio com mercado dando sinais de sustentação
Receba nossos relatórios diários e gratuitos