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A semana começou com queda nas cotações em parte das categorias, com exceção da vaca, que permaneceu estável. Apesar de algumas indústrias estarem fora das compras, frigoríficos relataram melhora pontual nas ofertas.
A cotação da arroba do boi gordo registrou a primeira queda desde a primeira semana de 2026, pressionada pelas incertezas diante da escalada do conflito no Oriente Médio e pela melhora pontual na oferta.
Na comparação feita dia a dia, as cotações não mudaram. Contudo, a dinâmica do mercado mudou. A falta de previsão fez com que o volume de negócios diminuísse.
A cautela dos compradores diante das incertezas no mercado internacional diminuiu o volume de negócios e aumentou a especulação.
A elevação dos critérios de bem-estar no transporte animal tende a ampliar fiscalização, custos operacionais e responsabilidades legais no setor pecuário.
Mesmo com menos dias úteis, fevereiro já supera o volume total do mesmo mês em 2025, com forte avanço no ritmo diário de embarques e no preço médio da tonelada.
O mercado está firme, sustentado pela oferta enxuta. A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$3,00/@. Para a vaca e a novilha, a cotação não mudou.
O mercado esteve firme, sustentado pela oferta enxuta. A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$3,00/@.
Consumo interno aquecido, exportações firmes e retenção de fêmeas sustentam preços da arroba, enquanto China e câmbio seguem no radar do pecuarista.
Após quatro semanas de baixa, os preços se estabilizam com melhora da demanda.
Demanda lenta no mercado interno direcionou o preço do sebo. Para o couro, apesar da estimativa de oferta menor, a demanda lenta imperou. Caminhos opostos marcaram a exportação.
Nas últimas semanas, o boi voltou a trabalhar em patamares, que há algum tempo, não eram rotina (acima dos R$335,00/@), e isso reabre uma conversa que o mercado conhece bem: ciclo.
Com abate elevado sustentando a produção, o mercado interno ganha volume enquanto o embarque perde ritmo, sobretudo pela menor compra chinesa.
O mercado do boi gordo começou fevereiro em alta. A arroba foi negociada a R$330,00 para o boi comum e a R$335,00 para o boi-China. Até 6 de fevereiro, as cotações chegaram a R$ 332,00 e R$ 340,00, respectivamente.
A cotação subiu sustentada por uma ponta compradora ainda ativa, escalas mais apertadas, oferta de bovinos restrita, bom desempenho das exportações e expectativas de melhora no consumo de carne no mercado doméstico nos próximos dias.
O passivo ambiental, em relação ao carbono tem potencial para alcançar as metas de redução de emissão no país.
Vendas fracas mantêm os preços pressionados.
A oferta elevada do ciclo anterior e o ajuste sazonal devem limitar uma reação da cotação dos coprodutos do algodão, mesmo com a estimativa de menor produção.
Até a quarta semana de janeiro, o Brasil exportou 183,8 mil toneladas de carne bovina, consolidando janeiro de 2026 como o melhor da série histórica.
As negociações iniciaram esta terça-feira em linha com o observado ontem, com negócios ocorrendo em ritmo lento e compassado.
As negociações iniciaram esta terça-feira em linha com o observado no dia anterior, com negócios ocorrendo em ritmo lento e compassado. A menor oferta de boiadas continuou, e não houve informações de concessões dos vendedores em negociações abaixo das referências.
Vendas retraídas mantêm o mercado pressionado.
Embarque de bovinos vivos supera o volume registrado em 2024.
Vendas ocorreram conforme o esperado, mas a concorrência entre vendedores resultou em ajustes de preços, enquanto as exportações seguem em bom ritmo.
A salvaguarda chinesa sobre a carne bovina trouxe incerteza ao mercado. Ainda assim, o bom escoamento no Brasil e as exportações firmes sustentaram os preços no início do ano. Os embarques mais fortes para os Estados Unidos e o avanço do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul também foram pontos positivos para o setor.
Até a segunda semana de janeiro, o volume exportado de carne bovina in natura foi de 89,3 mil toneladas.
A medida adotada pelos países, que taxa o excedente de volume de carne bovina, exigirá do Brasil negociação com muito jogo de cintura.
O avanço consistente dos embarques evidencia a crescente dependência do mercado chinês da carne bovina brasileira e reforça o descompasso entre o fluxo comercial e o recente limite estabelecido.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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