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Alta na cotação durante a semana passa e na atual ajudou indústrias a recomporem escalas.
Melhora no escoamento de carne e oferta reduzida de boiada sustentou alta nas cotações.
Cotação deflacionada mês a mês do boi "China", em São Paulo, em 2026.
Com poucos negócios após o feriado e parte das indústrias fora das compras, as cotações não mudaram.
As cotações do boi gordo, da vaca e da novilha registraram alta, sustentada pela oferta diminuta.
Oferta limitada e expectativa de melhora no consumo mantêm o mercado firme.
Com a oferta de boiadas reduzida, as cotações subiram até R$3,00/@.
Com oferta limitada e melhora nas vendas de carne, as cotações subiram para todas as categorias.
Para as fêmeas, a cotação permaneceu estável para as vacas, enquanto as novilhas registraram queda.
Oferta limitada de gado e expectativa de melhora da demanda manteve o mercado firme.
Oferta enxuta e demanda consistente sustentaram a alta das cotações.
Oferta contida e poucos negócios marcaram o início da semana.
A oferta reduzida sustentou as cotações do boi gordo e das fêmeas.
Oferta restrita sustenta as cotações, enquanto o consumo mais fraco limita novas altas.
Oferta restrita e firmeza dos vendedores sustentam altas, mesmo com compras cautelosas da indústria.
Vendas de carne lentas e oferta controlada mantinham o mercado sem mudanças.
Com poucos negócios nessa segunda-feira, a cotação não mudou.
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