Menor oferta sustentou as cotações.
Foto: Scot Consultoria
Com a menor oferta de bovinos, a cotação da vaca e da novilha subiu R$3,00/@. A cotação do boi gordo não mudou.
A escala de abate atendia, em média, seis dias.
Com a menor oferta, a cotação subiu para todas as categorias.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@, e a da vaca e a da novilha subiu R$1,00/@.
A cotação subiu em todas as praças.
Na região de Marabá, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@, e a das fêmeas subiu R$5,00/@.
Na região de Redenção, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@, e a das fêmeas subiu R$2,00/@.
Na região de Paragominas, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou.
A cotação do “boi China” subiu R$3,00/@ em todas as praças.
Até a quarta semana de setembro, o Brasil exportou 176,3 mil toneladas de carne bovina in natura, com média diária de 9,8 mil toneladas, volume 31,5% menor que o de setembro de 2025. Por outro lado, a cotação média da tonelada ficou em US$6,3 mil, alta de 12,1% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Com 18 dias úteis de setembro de 2026 transcorridos, o volume exportado está 138,4 mil toneladas abaixo do registrado em 22 dias úteis de setembro do ano passado.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 29/9/2026.
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