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Com potencial para se tornar um dos maiores geradores de créditos de carbono, o Brasil avança na consolidação de um mercado regulado e mais competitivo.
O varejo registrou queda no preço da carne desossada na maioria das praças monitoradas, enquanto o atacado permaneceu com alta nas médias.
Com menor pressão dos vendedores e expectativa de melhora no consumo, a cotação dos ovos reagiu em São Paulo, após as quedas observadas ao longo de julho.
Rota 1 da pesquisa percorreu 36 propriedades em São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia e mostra que o confinamento tem sido usado, cada vez mais, como ferramenta estratégica dentro de sistemas produtivos mais amplos — e não como o centro isolado do negócio.
Em um período em que geralmente se observa queda devido às limitações financeiras do final do mês, os preços subiram na segunda quinzena.
O mercado de sebo bovino enfrenta demanda interna lenta e expectativa de pressão baixista diante da nova tarifa nos EUA. Para o couro, o mercado segue travado.
Safra recorde de soja e oferta robusta de milho reforçam os estoques, enquanto demanda firme sustenta as cotações.
Cotação deflacionada do acém, pernil suíno e peito de frango, no mercado varejista, entre julho de 2024 e julho de 2026.
A reforma de pastagens busca recuperar a capacidade da área de produzir forragem, sustentar mais animais e gerar receita. O investimento só faz sentido quando o ganho em arrobas por hectare compensa o custo de formação, manutenção e capital.
Crédito com taxa de 8,5% ao ano incentiva a recuperação de áreas degradadas; especialistas apontam ganhos de produtividade e desafios para ampliar o acesso aos recursos.
Na comparação mês a mês, relação de troca desfavorável piora o poder de compra do recriador.
No varejo, São Paulo e Paraná apresentaram alta, enquanto, nas demais praças, os preços caíram. No atacado, os preços estão em queda.
Na comparação feita dia a dia, a cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$2,00/@. A cotação das fêmeas não mudou.
Oferta curta de bovinos sustentou os preços, apesar da pressão dos compradores e do escoamento lento da carne no mercado interno.
O pagamento do mês não foi suficiente para aquecer o mercado, que continua frio e com preços em baixa.
Consumo abaixo do esperado e excesso de oferta mantiveram as cotações em queda na segunda semana de julho.
Chuvas fora de época atrasam a colheita e, somadas aos estoques certificados em baixa e à confirmação da chegada do El Niño, sustentam a alta do arábica nos mercados interno e externo.
Apesar do aumento da exportação no primeiro semestre, produtores não conseguiram quitar os custos de produção.
Apesar do aumento do crédito, alguns pontos importantes, como seguro rural e quitação de endividamentos, ficaram de fora da discussão.
Oferta de bovinos bem ajustada a uma demanda aquém do esperado para uma primeira quinzena, levou preços a caírem.
O mercado permanece frio, com queda nas médias gerais dos cortes.
Da produção nacional às importações.
As posições em aberto no mercado futuro do boi gordo recuaram no início de julho, atingindo o menor nível desde fevereiro.
Junho caminha para o fim e o mercado está frio, com poucas saídas e redução nos preços na maioria dos cortes.
À exceção da cotação do boi magro, o mercado de reposição mostrou-se firme na quarta semana de junho.
Chuvas dentro da normalidade na maior parte do país e temperaturas acima da média devem caracterizar o clima de julho.
Apesar da estabilidade na comparação dia a dia, a semana encerrou sob pressão de baixa, influenciada por consumo fraco, escalas de abate confortáveis e indústria cautelosa nas compras.
Uma formulação tecnicamente realizada tem impacto direto no lucro por arroba produzida e pode ser a diferença entre lucro ou prejuízo.
Nas demais categorias, foi registrada queda na cotação.
Entrevista com o pesquisador,Carlos Roberto Sanquetta
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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