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Com a proximidade da virada de mês, a maior procura para reposição de estoques no atacado sustentou os preços.
A oferta de sebo bovino está menor. Apesar disso, os preços seguiram ficaram estáveis na semana. Atenção ao sebo, cuja perspectiva é de redução de demanda para abril.
Oferta restrita sustenta alta recente da arroba, enquanto risco geopolítico e tarifa chinesa seguem no radar do setor.
Depois da alta no início de março, os preços do suíno entraram em estabilidade, com consumo mais lento na segunda quinzena, enquanto as exportações dão sustentação ao mercado.
Com vendas mais lentas e ruídos no cenário externo, o atacado reage pontualmente, enquanto as granjas mantêm estabilidade.
Redução na oferta de sebo bovino, combinada à demanda fraca do setor de biodiesel manteve os preços estáveis. Para o couro, apesar da menor oferta, as cotações estão sem mudanças.
Oferta enxuta, resistência dos vendedores e suporte das exportações elevaram em R$3,00/@ as cotações do boi gordo e do “boi China” em São Paulo.
2025 já entrou para a história, e 2026 segue no mesmo ritmo.
A escalada do conflito no Irã elevou o preço da ureia, enquanto na China avança uma política protecionista — situação que acende um sinal amarelo para os produtores brasileiros.
Sebo tem menor oferta, mas a demanda interna está lenta. Para o couro, as exportações estão aquecidas, com aumento no volume e no faturamento.
A alta em Chicago e a valorização do dólar frente ao real sustentaram as cotações da soja, mas as incertezas em relação às exportações para a China e o aumento do custo do frete estão travando o mercado.
A demanda lenta do biodiesel mesmo, com a retomada das exportações, mantém o mercado de sebo com preços equilibrados. Para o couro, exportações mais fracas e oferta ainda confortável mantêm o mercado travado, com preços estáveis.
Conflito no Oriente Médio reduz ritmo das compras de frigoríficos, eleva custos logísticos e cria incerteza para exportações brasileiras de carne bovina.
Menor abate reduz a disponibilidade de sebo e couro, mas a demanda enfraquecida para o biodiesel e o recuo nas exportações mantêm as cotações estáveis, com tendência de alta.
Março inicia com mercado firme, diante de um cenário de vendas de carne acima do esperado e exportações aquecidas.
A retomada das exportações de sebo bovino, após meses em baixa, aliada à demanda por biodiesel, sustenta os preços. Já para o couro, a oferta permanece ampla, mesmo com a redução nos abates, mantendo as cotações estáveis.
Consumo interno aquecido, exportações firmes e retenção de fêmeas sustentam preços da arroba, enquanto China e câmbio seguem no radar do pecuarista.
Demanda lenta no mercado interno direcionou o preço do sebo. Para o couro, apesar da estimativa de oferta menor, a demanda lenta imperou. Caminhos opostos marcaram a exportação.
Departamento eleva exportações de milho dos EUA e corta estoques globais, enquanto reforça a produção de soja recorde no Brasil e perspectiva de oferta global confortável, mantendo um viés de pouca su
Preço do sebo pressionado e do couro estável para semana.
O que torna a China a maior importadora de carne bovina do Brasil.
O mercado do boi gordo começou fevereiro em alta. A arroba foi negociada a R$330,00 para o boi comum e a R$335,00 para o boi-China. Até 6 de fevereiro, as cotações chegaram a R$ 332,00 e R$ 340,00, respectivamente.
A cotação subiu sustentada por uma ponta compradora ainda ativa, escalas mais apertadas, oferta de bovinos restrita, bom desempenho das exportações e expectativas de melhora no consumo de carne no mercado doméstico nos próximos dias.
Os pontos de ponderação para o acordo que deve construir ponte comercial que ligará 27 países da Europa com Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.
Preço do couro e do sebo estável na semana.
Entre promessas de livre comércio e exigências ambientais unilaterais, a União Europeia redefine o acesso ao seu mercado e transforma rastreabilidade territorial, governança fundiária e desmatamento zero em critérios centrais de competitividade para as exportações brasileiras.
Diante da menor oferta de fêmeas no mercado, o entendimento da Scot Consultoria é de sustentação nos preços da arroba, com potencial para altas.
Até a quarta semana de janeiro, o Brasil exportou 183,8 mil toneladas de carne bovina, consolidando janeiro de 2026 como o melhor da série histórica.
Estabilidade de preços para o sebo, com a demanda pelo produto como matéria-prima para o biodiesel em ritmo lento. O couro bovino também permaneceu estável, mesmo com exportações aquecidas.
Entrevista com o pesquisador científico da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios – APTA, Flávio Dutra Resende
Notícias Agrícolas
Boi gordo reage, mas mercado ainda oscila com incertezas externas
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