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Sebo tem menor oferta, mas a demanda interna está lenta. Para o couro, as exportações estão aquecidas, com aumento no volume e no faturamento.
A alta em Chicago e a valorização do dólar frente ao real sustentaram as cotações da soja, mas as incertezas em relação às exportações para a China e o aumento do custo do frete estão travando o mercado.
A demanda lenta do biodiesel mesmo, com a retomada das exportações, mantém o mercado de sebo com preços equilibrados. Para o couro, exportações mais fracas e oferta ainda confortável mantêm o mercado travado, com preços estáveis.
Conflito no Oriente Médio reduz ritmo das compras de frigoríficos, eleva custos logísticos e cria incerteza para exportações brasileiras de carne bovina.
Menor abate reduz a disponibilidade de sebo e couro, mas a demanda enfraquecida para o biodiesel e o recuo nas exportações mantêm as cotações estáveis, com tendência de alta.
Março inicia com mercado firme, diante de um cenário de vendas de carne acima do esperado e exportações aquecidas.
A retomada das exportações de sebo bovino, após meses em baixa, aliada à demanda por biodiesel, sustenta os preços. Já para o couro, a oferta permanece ampla, mesmo com a redução nos abates, mantendo as cotações estáveis.
Consumo interno aquecido, exportações firmes e retenção de fêmeas sustentam preços da arroba, enquanto China e câmbio seguem no radar do pecuarista.
Demanda lenta no mercado interno direcionou o preço do sebo. Para o couro, apesar da estimativa de oferta menor, a demanda lenta imperou. Caminhos opostos marcaram a exportação.
Departamento eleva exportações de milho dos EUA e corta estoques globais, enquanto reforça a produção de soja recorde no Brasil e perspectiva de oferta global confortável, mantendo um viés de pouca su
Preço do sebo pressionado e do couro estável para semana.
O que torna a China a maior importadora de carne bovina do Brasil.
O mercado do boi gordo começou fevereiro em alta. A arroba foi negociada a R$330,00 para o boi comum e a R$335,00 para o boi-China. Até 6 de fevereiro, as cotações chegaram a R$ 332,00 e R$ 340,00, respectivamente.
A cotação subiu sustentada por uma ponta compradora ainda ativa, escalas mais apertadas, oferta de bovinos restrita, bom desempenho das exportações e expectativas de melhora no consumo de carne no mercado doméstico nos próximos dias.
Os pontos de ponderação para o acordo que deve construir ponte comercial que ligará 27 países da Europa com Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.
Preço do couro e do sebo estável na semana.
Entre promessas de livre comércio e exigências ambientais unilaterais, a União Europeia redefine o acesso ao seu mercado e transforma rastreabilidade territorial, governança fundiária e desmatamento zero em critérios centrais de competitividade para as exportações brasileiras.
Diante da menor oferta de fêmeas no mercado, o entendimento da Scot Consultoria é de sustentação nos preços da arroba, com potencial para altas.
Até a quarta semana de janeiro, o Brasil exportou 183,8 mil toneladas de carne bovina, consolidando janeiro de 2026 como o melhor da série histórica.
Estabilidade de preços para o sebo, com a demanda pelo produto como matéria-prima para o biodiesel em ritmo lento. O couro bovino também permaneceu estável, mesmo com exportações aquecidas.
Cenário de oferta ajustada, exportações resilientes e valorização da reposição sustenta expectativa de um novo ciclo de alta ao longo de 2026.
A ampla oferta, resultante do desempenho fraco das exportações e da menor utilização do sebo bovino como matéria-prima para a produção de biodiesel, segue pressionando os preços do coproduto.
Estoques altos no fim de 2025 mantêm pressão sobre os preços, apesar das exportações recordes.
Vendas ocorreram conforme o esperado, mas a concorrência entre vendedores resultou em ajustes de preços, enquanto as exportações seguem em bom ritmo.
Redução nas exportações e menor utilização do sebo como matéria-prima para o biodiesel pressionam os preços. O couro bovino segue estável, com exportações aquecidas, mas com menor faturamento.
A salvaguarda chinesa sobre a carne bovina trouxe incerteza ao mercado. Ainda assim, o bom escoamento no Brasil e as exportações firmes sustentaram os preços no início do ano. Os embarques mais fortes para os Estados Unidos e o avanço do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul também foram pontos positivos para o setor.
Até a segunda semana de janeiro, o volume exportado de carne bovina in natura foi de 89,3 mil toneladas.
Nas exportações, o sebo teve o menor volume embarcado desde fevereiro e o couro registrou recorde de volume, mas com faturamento menor devido à mudança no tipo de material exportado.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, Felipe Bortolotto
Canal do Boi
Mercado do boi gordo pressionado e em alerta quanto as influências do clima nas pastagens
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