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Carnes bovina, de frango e suína iniciam setembro com alta no volume embarcado na comparação com igual período do ano passado.
No começo da semana, a maior disponibilidade de boiadas pressionou a cotação. Entretanto, hoje, o mercado do boi gordo continuava bem ofertado, mas sem alteração nas referências de preço de todas as categorias.
A demanda global por carne aumenta ano a ano e, mesmo com as restrições dos EUA, o Brasil mantém o protagonismo na exportação e é referência de competitividade no mercado mundial.
O Brasil exportou 268,5 mil toneladas de carne bovina in natura, volume 3,0% menor que o exportado em julho/25 - mês recorde para um único mês.
No curto prazo, deve ocorrer um aumento no volume de vendas, com uma expectativa de menor pressão negativa sobre os preços no varejo.
Com as altas registradas no final de agosto e início de setembro, a ponta vendedora ganhou espaço e aumentou a oferta. Com isso, os frigoríficos alongaram suas escalas e se posicionaram de forma confortável.
Em sua sexta edição, o Confina Brasil segue em frente com a missão de registrar e compartilhar a realidade da pecuária de corte em diferentes regiões do país. Com o apoio de parceiros, a expedição fortalece e amplia o entendimento sobre as práticas que estão redesenhando o setor.
Crescimento da produção e da exportação, fatores de competitividade e evolução do rendimento industrial da pluma.
A semana começou com a oferta elevada e o alongamento das escalas em parte das indústrias frigoríficas. Apesar de uma melhora no escoamento de carne, o movimento ainda não foi suficiente para sustentar o mercado.
Com 17 novas habilitações, 38 estabelecimentos passam a atender a crescente demanda do mercado indonésio por proteínas animais
A menor disponibilidade de bovinos sustentou os preços da arroba.
A exportação de carne bovina in natura seguiu no ritmo de recorde para 2025, levando a boas expectativas para setembro. Dessa forma, aliada a demanda interna, trazem sustentação para a cotação do boi gordo no curto prazo.
Com volume recorde em agosto e preços em alta, a China reforça sua posição como principal destino da carne bovina brasileira em 2025.
De um lado, houve indústrias que aproveitaram a maior oferta de bovinos na semana e alongaram suas escalas, em média, para 10 dias. Essas, por cautela, optaram por se retirar das compras na sexta-feira.
Decisão valida a robustez do sistema sanitário brasileiro e cria condições para avanços em temas como pre-listing e flexibilização do controle reforçado.
O mês de agosto trouxe boas notícias para a pecuária no Brasil. Além de resistir às tarifas impostas pelos Estados Unidos, o setor manteve o ritmo forte de embarques e deve registrar novo recorde de exportações, superando julho.
A maior oferta de bovinos permitiu o alongamento das escalas. No entanto, o mercado estava sustentado por conta da demanda que estava firme.
O momento é o mais adequado para a compra de herbicida. Mas, como está o poder de compra do pecuarista?
Destaques de crescimento para as culturas de milho (19,9%), soja (14,2%), arroz (17,7%), algodão (7,1%) e café (0,8%), no comparativo do mesmo período do ano anterior.
O escoamento de carne, que estava lento na última semana, ganhou ritmo com o início do mês e a proximidade do quinto dia útil. No mercado externo, a demanda está aquecida. Com isso, a cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$2,00/@ e R$3,00/@, respectivamente. Para a vaca e para a novilha, a cotação não mudou.
Na parcial de agosto, com um quilo de carne bovina foi possível adquirir 2,74 quilos de carne de frango, queda de 1,7% em relação a julho. Apesar do recuo, esse foi o segundo maior patamar do ano, atrás apenas de junho e julho, quando o indicador chegou a 2,79 quilos, em ambos os meses.
O cenário esteve dividido em dois movimentos. De um lado, ficaram os compradores, que anteciparam negócios para suprir as escalas de abate e negociar a preços mais favoráveis.
Com uma demanda praticamente estável no Brasil, a safra robusta da Argentina ganha peso nas cotações e limita reações no mercado interno
A semana começou com o mercado pouco ofertado e com poucos negócios. Vendedores e compradores aguardam o início do mês para avaliar o comportamento da demanda pela carne bovina e definir os próximos passos.
O preço da carne bovina no atacado dos EUA segue subindo e novamente renovou a máxima para o período do ano, em 2025.
Preço no varejo de carne bovina fecha a quarta semana de agosto em queda, em movimento natural para a segunda quinzena.
As cotações fecharam a semana estáveis, sem alterações em relação ao dia anterior. A oferta de bovinos foi suficiente para que os frigoríficos compusessem suas escalas, mas sem excedentes.
A mesma força que levou a humanidade desde as estepes africanas até estar se preparando para conquistar Marte, nos permite sonhar que o “Space Livestock” um dia será possível e que demorará menos do que 100 mil anos.
O engenheiro agrônomo e consultor de mercado da Scot Consultoria, Alcides Torres, comenta se este cenário pode favorecer o Brasil.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Notícias Agrícolas
Arroba tem motivo para novas altas em novembro com oferta restrita e demandas crescentes na exportação e no mercado interno
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