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Estabilidade de preços para o sebo, com a demanda pelo produto como matéria-prima para o biodiesel em ritmo lento. O couro bovino também permaneceu estável, mesmo com exportações aquecidas.
Avanço da colheita no Brasil, revisão altista de oferta pelo USDA e estoques elevados no mercado global pressionam os preços e limitam espaço para valorização no primeiro semestre.
Após alta observada no final de 2025, janeiro encerra sua penúltima semana com estabilidade nos preços na região.
Os contratos em aberto, para vencimento em fevereiro de 2026, subiram de 11.523 posições para 12.167, entre os dias 15 e 22 de janeiro.
Estes fundos passaram por uma primeira crise em 2024, mas podem ser uma alternativa importante para o financiamento do agronegócio.
Cenário de oferta ajustada, exportações resilientes e valorização da reposição sustenta expectativa de um novo ciclo de alta ao longo de 2026.
Em sistemas intensivos, como em confinamentos de bovinos, a eficiência depende de gente, da nutrição, da sanidade e do manejo.
Redução nas exportações e menor utilização do sebo como matéria-prima para o biodiesel pressionam os preços. O couro bovino segue estável, com exportações aquecidas, mas com menor faturamento.
Quedas pontuais refletem um ajuste sazonal pela liberação de estoques, enquanto fundamentos devem seguir sustentando os preços no primeiro trimestre.
Para os machos, alta apenas para o bezerro desmama e queda nas demais categorias, para fêmeas o inverso, com alta na vaca magra e queda para as outras categorias.
Apesar da ocorrência de precipitações, o padrão segue aquém da média histórica em várias regiões produtoras.
Os contratos, para vencimento em fevereiro de 2026, subiram de 8.701 posições em aberto para 11.523, do dia 8 ao dia 15 de janeiro.
Amigos, quem vive a pecuária no dia a dia sabe que cada ano tem sua história, mas existe um momento que, silenciosamente, sempre entrega o sentimento real do mercado: o final da primeira quinzena de janeiro. É ali que o mercado costuma revelar suas cartas.
A queda do faturamento com a exportação, apesar do maior volume de vendas é explicada pela menor participação do couro com maior valor agregado.
Como previsto, a segunda-feira começou com manutenção do cenário observado no fechamento da semana anterior.
Nas exportações, o sebo teve o menor volume embarcado desde fevereiro e o couro registrou recorde de volume, mas com faturamento menor devido à mudança no tipo de material exportado.
O contrato para vencimento em fevereiro de 2026, por exemplo, subiu de 4.218 posições em aberto em, 26 de dezembro, para 8.701 em 8 de janeiro.
Com preços firmes e menor oferta, o confinador precisou ampliar o raio de originação de gado para garantir a reposição em 2025.
O setor, apesar de apresentar ritmo aquém do esperado em 2025, ganhou tração no final do ano e tem boa perspectiva para 2026.
A semana começou com poucos negócios. Ainda assim, os frigoríficos que abriram compras observaram um aumento na oferta em relação ao final do ano, o que deu espaço para ofertas de compra abaixo da referência para o boi gordo.
China não incluiu Brasil na lista de países isentos à potencial aplicação de salvaguardas; setor brasileiro aguarda atualização do processo.
A avicultura e a suinocultura tiveram, apesar dos desafios, um 2025 muito positivo, com crescimento da produção, da demanda e preços firmes, além de custos mais controlados, o que resultou em remuneração positiva ao longo de toda a cadeia.
A disparada do preço do enxofre, insumo-chave na cadeia dos fosfatados, já provoca paralisações industriais e amplia as incertezas sobre a oferta e os preços dos fertilizantes no mercado brasileiro.
Mercado encerra a última semana completa do ano com preços estáveis e exportações em recuperação.
Preços do sebo recuam pela segunda semana consecutiva, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
A rastreabilidade de bovinos, que começaria em 2026 no Pará, foi adiada para 31 de dezembro de 2030, trazendo alívio para o pecuarista.
Para os machos, alta na cotação do garrote e queda nas categorias do boi magro e jovens. Para as fêmeas, a cotação subiu em todas as categorias.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, Pedro Arthur de Albuquerque Nunes
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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