Com poucos negócios e oferta enxuta, a cotação não mudou.
Foto: Bela Magrela
O mercado abriu a terça-feira sem mudança na cotação. Parte da indústria estava fora das compras, enquanto outra parcela aguardava para se posicionar e retomar as negociações.
A oferta de boiadas estava enxuta. Em média, as escalas de abate atendiam a oito dias, mas havia frigoríficos com programações mais alongadas, de até duas semanas. Mais confortáveis, esses compradores ofertavam preços abaixo das referências, mas quase sem negócios concretizados.
A oferta de bovinos estava enxuta, com a ponta vendedora segurando os lotes em busca de melhores preços.
Com isso, nas regiões de Marabá e Redenção, a cotação do boi gordo subiu R$4,00/@ e a do “boi China”, R$3,00/@. Para as fêmeas, houve estabilidade. Na região de Paragominas, as cotações não mudaram.
Até a quarta semana de outubro, o Brasil exportou 154,5 mil toneladas de carne bovina in natura. A média diária foi de 9,7 mil toneladas, 33,7% abaixo de outubro de 2025, quando a média era de 14,6 mil toneladas por dia.
Por outro lado, a cotação média da tonelada ficou em US$6,3 mil, alta de 13,5% em relação ao mesmo período do ano passado, quando estava em US$5,5 mil.
Com 16 dias úteis, o equivalente a 72,7% dos 22 de outubro de 2025, o volume embarcado correspondia a 48,2% das 320,5 mil toneladas exportadas no mês inteiro do ano passado. O faturamento, de US$971,0 milhões, equivalia a 54,7% dos US$1,78 bilhão de outubro de 2025.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 27/10/2026.
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