Com poucos negócios e escoamento de carne fraco, a cotação não mudou.
Foto: Bela Magrela
Mercado parado, com poucos negócios. A maior parte das indústrias paulistas estavam fora das compras, aguardando posição do mercado para retomar as negociações.
Dessa forma, a cotação permaneceu estável para todas as categorias.
A escala de abate estava, em média, para sete dias.
O mercado estava firme, com escalas curtas, em média, para quatro dias. Dessa forma, a cotação da vaca subiu R$5,00/@. Para as demais categorias, não houve alteração.
Na última semana, as vendas no varejo perderam força, porém, com recuperação no final de semana. Com isso, o atacado seguiu o mesmo ritmo, com pedidos de reposição tímidos nesse período.
Apesar desse quadro, com o menor volume de produtos nas câmaras frias e com o mercado do boi gordo firme, a cotação de todas as carcaças casadas subiu.
A cotação da carcaça casada do boi capão subiu 0,4%, ou R$0,10/kg, e a do boi inteiro subiu 0,6%, ou R$0,15/kg.
Para as fêmeas, a carcaça casada da vaca subiu 0,6%, ou R$0,15/kg, enquanto a da novilha subiu 0,4%, ou R$0,10/kg.
No curto prazo, a tendência é de que as vendas sigam devagar, porém não se deve descartar altas pontuais no período.
No mercado de proteínas alternativas, a cotação do frango médio* caiu 4,3%, ou R$0,33/kg. Já a do suíno especial** caiu 1,9%, ou R$0,20/kg.
*Ave que leva em consideração o peso médio da linhagem para um lote misto, com rendimento de carcaça estimado em 74,0%.
**Animal abatido, sem vísceras, patas, rabo e gargantilha.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 26/10/2026.
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