Compras moderadas e escalas atendidas mantiveram a pressão sobre o mercado do boi gordo.
Foto: Bela Magrela
Na comparação feita dia a dia, a cotação da vaca caiu R$5,00/@. Para as demais categorias, estabilidade.
O volume de negócios fechados esteve baixo.
A indústria estava oferecendo preços menores, enquanto a ponta vendedora resistia a essas ofertas. Entretanto, havia quem negociava diante das ofertas vigentes, permitindo a composição das escalas aos poucos.
As escalas de abate atendiam, em média, a uma semana, e não havia interesse em alongá-las. Alguns frigoríficos deixaram de abater aos sábados e ajustavam as programações para evitar estoques e manter as escalas.
Os frigoríficos com maior necessidade ou negociando lotes maiores ofertavam preços ligeiramente acima das referências, mas esses negócios foram pontuais.
Em meio a um mercado nacional pressionado, as cotações não mudaram. Apesar da demanda moderada, a oferta de gado gordo estava enxuta, sustentando as cotações.
Na comparação feita dia a dia, as cotações ficaram estáveis e, ao longo da segunda semana de julho, em nenhuma das três praças pecuárias a cotação caiu.
A cotação não mudou.
As escalas de abate atendiam, em média, sete dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 8/7/2025.
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