Negócios ocorreram em menor volume e a preços mais baixos.
Foto: Bela Magrela
Os compradores estavam pressionando as cotações, enquanto a ponta vendedora resistia.
A oferta de compra abaixo das referências reduziu o volume de negócios. Mas, apesar da queda no volume, negócios foram realizados.
Os frigoríficos que já estavam ativos estão com as mesmas referências, e aqueles que abriram compras na terça-feira estavam com preços deprimidos.
A oferta de gado estava ajustada à demanda. No entanto, o consumo interno estava aquém do esperado, as vendas não reagiram, mesmo com a virada do mês, e o interesse por bovinos jovens aptos à exportação diminuiu.
Dessa forma, na comparação feita dia a dia, as cotações do boi gordo, do “boi China” e da novilha caíram R$3,00/@. Para a vaca, estabilidade.
As escalas de abate atendiam, em média, a uma semana.
Na comparação feita dia a dia, a cotação do boi gordo e do “boi China” caiu R$3,00/@, para a novilha, queda de R$2,00/@. Para a vaca, estabilidade.
Havia resistência do mercado em aceitar preços menores. Contudo, apesar dos negócios lentos e das compras moderadas, as escalas de abate estavam sendo preenchidas gradualmente, sem urgência por parte dos frigoríficos em alongá-las.
As escalas de abate atendiam, em média, a uma semana.
Na comparação feita dia a dia, queda de R$3,00/@ na cotação do boi gordo. Para as demais categorias, a cotação não mudou.
As escalas de abate atendiam, em média, a seis dias
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 7/7/2025
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