As indústrias com escalas mais curtas tiveram que subir as ofertas de compras para conseguirem comprar boiadas. As com escalas um pouco mais confortáveis (embora ainda curtas) mantiveram as ofertas.
Foto: Bela Magrela
As indústrias com escalas mais curtas tiveram que subir as ofertas de compras para conseguirem comprar boiadas. As com escalas um pouco mais confortáveis (embora ainda curtas) mantiveram as ofertas. Com isso, a cotação do “boi China” subiu R$2,00/@ e a da vaca subiu R$5,00/@. Com essas referências de preço, por ora, havia um aparente equilíbrio no mercado, que atendia aos interesses dos vendedores. Para os próximos dias, com os compradores ainda pouco escalados, não era possível descartar novas altas. Até agora, não foi possível confirmar de forma concreta negócios realizados acima de R$340,00/@, mas não excluímos a possibilidade de que tenham ocorrido em indústrias com extrema necessidade de compra.
As escalas de abate estavam, em média, para seis dias.
Todos os preços são brutos e com prazo.
Na região Sul do estado, a oferta de boiadas melhorou nos últimos dias, o que manteve a estabilidade nas cotações.
As escalas de abate estavam, em média, para nove dias.
Na região Oeste, o cenário também era de uma oferta confortável de boiadas, o que ajudou a sustentar os preços.
As escalas de abate estavam, em média, para sete dias.
Todos os preços são brutos e com prazo.
As ofertas de boiadas ainda estavam curtas e a ponta vendedora seguia resistente nas vendas e, nesse sentido, o preço do boi gordo e o da novilha subiu R$2,00/@.
As escalas de abate estavam, em média, para cinco dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 05/02/2026.
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