A cotação do boi gordo, do “boi China”, da vaca e da novilha subiu R$3,00/@. A oferta de boiadas esteve curta, e a margem de negociação abaixo do preço de referência esteve estreita.
Foto por: Scot Consultoria
A cotação do boi gordo, do “boi China”, da vaca e da novilha subiu R$3,00/@. A oferta de boiadas esteve curta, e a margem de negociação abaixo do preço de referência esteve estreita. Foram registrados negócios acima da referência, com compras de boi gordo em R$340,00/@, ainda de forma pontual e em pequenos volumes. Pelo lado da demanda, o mercado interno mostrou melhora neste início de fevereiro, e a exportação esteve em bom ritmo.
A escala de abate esteve, em média, para cinco dias.
A oferta de boiadas esteve curta, o que impulsionou as cotações nas quatro praças pecuárias mineiras.
Na região do Triângulo Mineiro, a cotação da vaca subiu R$3,00/@ e a da novilha R$2,00/@. A cotação do boi gordo não mudou em relação a ontem.
Na região de Belo Horizonte, a cotação do boi gordo subiu R$4,00/@ e a da novilha R$3,00/@. A cotação da vaca não mudou na comparação feita dia a dia.
Na região Norte, a cotação do boi gordo subiu R$2,00/@. Para as fêmeas, os preços não mudaram frente a ontem.
Na região Sul, a cotação subiu R$3,00/@ para todas as categorias na comparação diária.
A cotação do “boi China” subiu R$5,00/@.
A procura por bovinos terminados esteve modesta e, por ora, seguiu próxima ao ritmo da oferta. Com isso, o mercado esteve equilibrado e as cotações não mudaram em relação a ontem.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 4/2/2025.
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