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Para o sebo, a demanda está aquecida no mercado interno e houve aumento nos volumes exportados, sustentando os preços. Para o couro, as exportações em bom ritmo mantêm sustentação no mercado.
O desempenho recorde nos embarques não se reflete em maior faturamento. A resposta está naquilo que o Brasil deixou de vender.
A queda do faturamento com a exportação, apesar do maior volume de vendas é explicada pela menor participação do couro com maior valor agregado.
Nas exportações, o sebo teve o menor volume embarcado desde fevereiro e o couro registrou recorde de volume, mas com faturamento menor devido à mudança no tipo de material exportado.
No terceiro trimestre, foram curtidas 10,2 milhões de unidades, um crescimento de 19,8% frente ao mesmo trimestre de 2024.
Aumento da oferta de sebo bovino e a concorrência com o óleo de soja exercem pressão baixista sobre os preços. Para o couro bovino, houve aumento da oferta e retração das exportações.
Alta na oferta de couro e sebo bovino, demandas distintas entre os mercados.
Entrevista com o médico-veterinário, Sérgio Soriano
AgroMais
Boi gordo encerra maio com mercado dando sinais de sustentação
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