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Desvalorização na semana foi de R$11,00 por caixa tanto na granja quanto no atacado.
Preços no mercado de reposição praticamente não se recuperaram das quedas sofridas em 2023.
Na última semana, os preços nas granjas ficaram estáveis; já no atacado, recuaram.
Em São Paulo, mercado ficou cadenciado. No Rio Grande do Sul, cenário foi de firmeza nas cotações.
Alta acima dos concorrentes reduziu a competitividade da carne suína.
Apesar da melhora nos preços na semana, mercado já começa a perder firmeza.
O pasto é o “melhor tempero” para se produzir uma carne de alta qualidade.
Com os abates em equilíbrio com a oferta, e escalas, em média, para 8 dias, a cotação não mudou.
Com os abates em equilíbrio com a oferta, e escalas, em média, para 8 dias, a cotação não mudou.
Na granja e no acatado, preços médios de janeiro/24 ficaram menores na comparação mensal.
Desequilíbrio entre oferta e demanda faz cotação do suíno cair na granja e no atacado.
Houve recuo nas cotações de todos os machos destinados à reposição na praça paulista.
Com negócios travados no mercado atacadista de carne com osso, houve queda nos preços em São Paulo.
Valorização nas granjas e no atacado ultrapassa os 30,0% na semana.
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